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insensatez

Ken who???

(Estou desaparecida porque estou submersa em trabalho.)

 

Já agora, quem é Ken Follett? 

Deixo a pergunta a pairar durante o fim-de-semana. 

 

Ando às voltas com um livro dele, como diz uma amiga minha "ainda dizem que os homens não gostam de telenovelas!"

Dia Mundial do Livro.

- Não me parece razoável que alguém leia apenas um livro por ano;

- Há que incutir às crianças o gosto pela leitura. Mais do que o gosto pela televisão. Por vezes, tenho a sensação que se passa ao contrário;

Continuo a sentir-me assim, mas luto contra isso;

- O argumento “eu não gosto de ler” não existe. Há, de certeza, um género de livro que encaixa em cada um de nós;

- Há boas peças literárias e depois há as outras e as outras. As primeiras outras são aquelas que, não sendo propriamente grandes obras da literatura, entretêm; as segundas outras, são as 50 sombras de grey. Uma perda de tempo;

- O meu tempo (nosso?) é um recurso escasso, logo deve ser bem empregue. Remete para o ponto acima;

- Julgo os livros pela capa;

- Não gosto de fenómenos literários: Dan Brown, entre outros não me convencem;

- Desconfio de escritores sempre com novos livros a sair;

- Acho que, para ler porcaria, mais vale ir dar uma volta e ver o mar;

- Um ebook não substitui um livro físico;

- Tenho paixão por literatura portuguesa;

- Estamos com uma excelente geração de escritores portugueses: Afonso Cruz, João Tordo, Valter Hugo Mãe, José Luís Peixoto, Gonçalo M. Tavares... vale a pena ler;

- Ando a viciar-me em livros de bolso: mais baratos, mais leves e fáceis de transportar;

- Gosto de ter livros; 

- Empresto mas não peço emprestado;

- Uma casa sem livros é uma casa sem alma;

- Uma pessoa sem livros é uma pessoa sem alma. 

 

Boas leituras! 

Blogues favoritos (de momento)

Tenho um conjunto de blogues favoritos:

 

Livros - A mulher que ama livros - uma inspiração no que toca à quantidade de livros lidos;

Fotografia - Isabel Saldanha - junta dois temas que adoro: fotografia e escrita;

Culinária - As minhas receitas - um blogue de comida "normal", com algumas aventuras pelo meio - aquele que mais consulto quando procuro inspiração;

Moda - Stylistaclean - um palavra para descrever este blogue;

Generalista - Outro Sentido - já tive oportunidade de falar deste blogue. Gosto muito. Toca um pouco de tudo;

Viagens - World of wanderlust - um blogue muito completo a nível de viagens com fotografias maravilhosas;

Beleza - Coquette à Portuguesa - é daqueles blogues de beleza que dá gosto ler: textos completos e fotografias muito bem tiradas;

Decoração - Blanco Interiores - com ideias muito giras e com as quais me identifico no que toca a decoração.

 

Vale a pena ver!

Dizem os outros

"Tu não queres ter filhos quando cresceres, alguém perguntou. Sim. Quero ter filhos, muitos, para ficarem uns com os outros quando eu morrer. Para não ficarem sozinhos. "

Valter Hugo Mãe - O Filho de Mil Homens

 

Este livro está carregadinho de frases poderosas, autênticos murros no estômago. Esta tem-me ficado na cabeça e feito reviver a importância de ter um irmão. Digam o que disserem, na ausência de filhos, é a única coisa que nos une à terra, à nossa essência, à nossa génese.

Estes marcaram.

No outro dia, comentei com uma amiga que considerava o Birdman uma excelente peça cinematográfica MAS que sabia que era um filme que não me iria deixar grandes marcas. 

Conversa puxa conversa, estivemos ali em amena discussão à volta do tema, ahhh e tal, mas quais os filmes que, de facto, te deixaram marcas?

Ora, na altura, disse-lhe alguns que me surgiram de momento e, posteriormente, pensei noutros para fortalecer a minha lista. 

 

São eles:

Quem quer ser milionário (2008)

Million Dollar Baby (2004)

Romeu e Julieta (1996)

Cinema Paraiso (1988)

Um amor inevitável (1989)

Nebraska (2013)

O escafandro e a borboleta (2007)

Pequenas mentiras entre amigos (2010)

Dogville (2003)

Casablanca (1942)

E tudo o vento levou (1939)

Grease (1978)

O amor acontece (2003)

 

De facto, nem todos eles são brilhantes obras mas, pela altura em que os vi, pela mensagem ou, simplesmente, porque são filmes que marcaram uma época, aqui e ali, tocaram-me de alguma forma.