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(in)sensatez

19
Jun17

Ajudar Pédrogão Grande.

CD

Vim de férias e choquei de frente (como quando estamos a dormir profundamente e acordamos abruptamente com um berro) com a tragédia (não há palavra melhor) que afectou Pédrogão Grande.

 

No meio de todos os “ais” e “uis” sempre em busca de culpados, no meio destas redes sociais a arranjarem logo bodes expiatórios, sente-se (sempre) uma enorme onda de solidariedade. Sente-se amor. Sente-se aquele sentimento tão mas tão português, sente-se força, sente-se aquele abraço de Marcelo ao Secretário de Estado da Administração Interna. Somos todos tão humanos.

 

Custa ver as imagens e é importante que nós, que estamos confortáveis nos nossos sofás, que até passamos umas férias descansadas, que fomos e viemos de boa saúde, que tantas vezes não damos o mínimo valor a isto e que, em contrapartida, damos tanta importância a outras coisas, é importante que nós, reforço, que estamos bem, que estamos vivos, que saibamos como ajudar.

 

Como ajudar?

- A Caixa Geral de Depósitos criou uma conta solidária - Unidos por Pédrogão Grande - mais informações aqui;

- Linha Telefónica Solidária da SIC de Apoio às Vítimas - 760 100 100 - Custo da Chamada € 0,60;

- A Rádio Comercial passou a seguinte mensagem:

pédrogão Grande.jpg

 Vamos ajudar?

 

 

 

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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