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(in)sensatez

22
Nov17

Escrita Livre.

CD

Escrita Livre.png

 

A primeira vez que li sobre a Escrita Livre, foi no blog “Deixa ser”, da Filipa.

 

Na altura, fiquei com imensa curiosidade em experimentar mas, bom, a forma como deve ser feito é uma forma que, à partida, me deixa com poucas alternativas para o experimentar.

 

A Escrita Livre convém ser feita quando a nossa mente está limpa das impurezas do dia, logo, é melhor ser feita assim que acordamos.

 

(percebem agora as "pouca alternativas"? I'm not a morning person)

 

Entretanto, fui-me cruzando com mais artigos que falavam de Escrita Livre e dos seus benefícios (podemos, por exemplo, agrega-la a um ritual matinal intencional - neste texto podem também descobrir porque é que o Steve Jobs usava roupa igual todos os dias) e o último local onde li sobre o tema foi no livro “Conte a sua História”, de Joanne Fedler.

 

O que é, afinal, a Escrita Livre?

 

Já li diversas definições de escrita livre mas, basicamente, consiste em deitar, todos os nossos pensamentos, cá para fora, escrevendo-os.

 

Não olhar para trás, não corrigir erros, não ligar às palavras que vamos deixando pelo caminho, não prestar atenção às incongruências das ideias. Escrever, escrever, escrever. Sem parar.

 

No livro “Conte a Sua História”, diz-se que a escrita, no caso da Escrita Livre, deve ser à mão mas, por exemplo, a Filipa referiu que, numa determinada fase, escrevia ao computador com as letras em branco para não ver o que ia debitando.

 

A ideia é marcar um tempo (mínimo de cinco minutos) e escrever.

 

Pode-se também, para o efeito, utilizar auxiliares de escrita (por exemplo, “lembro-me de…”) que, no fundo, servem para desbloquear e o nosso papel é, claro, completar as frases e daí deixar fluir o pensamento.

 

Outro nome para escrita livre é “escrita-sonho”. A ideia por detrás deste nome é que, da mesma forma que não é suposto nós analisarmos os sonhos, também não devemos pensar muito sobre a escrita livre e sermos totalmente livres no processo.

 

“Temos de aprender a escrever tal e qual como sonhamos: com liberdade e sem inibições” retirado do livro “Conte a sua História” de Joanne Fedler.

 

Já conheciam a Escrita Livre? Praticam?

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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