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(in)sensatez

30
Out17

Mudou a hora: que bom!

CD

horas.jpg

 

 

 

Nas minhas relações, todos encaramos com ironia o titulo deste texto porque sabemos que a noite, que agora surge às cinco da tarde, encurta a vontade de fazer coisas na rua e isso, obviamente, para nós, não traz nada de bom.

 

Assim que bate o anoitecer na cidade, no campo ou na praia, o frio surge agarrado a ele mesmo, ao anoitecer, e a vontade de nos aquecermos entre as nossas quatro paredes aumenta, logo, inevitavelmente, as horas úteis, para andar de um lado para o outro, diminuem.

 

Compreendo o argumento que acordar de dia é positivo (para as pessoas, no geral, e para os miúdos, em particular) e a lógica da poupança de energia: dizem que, quando o horário laboral se centra no horário solar, o consumo de energia diminui - faz-me mesmo todo o sentido.

 

Mas, de uma forma puramente egoísta, porque o mundo não era nada sem os nossos quereres pessoais, digo, sem receio nem pudor, que não gosto mesmo nada desta mudança da hora, apesar de ela até começar de forma bastante promissora, uma vez que dormimos mais uma hora nos seus primeiros dias.

 

Mas depois, bom, depois é uma depressão: fico com sono ainda mais cedo do que o normal e, para a malta que quer aproveitar o dia depois das cinco da tarde, fica tudo muito difícil.

 

Ainda falta muito para os dias aumentarem?

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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