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(in)sensatez

02
Ago17

Onde nos rimos?

CD

Como sabem, sou fã do Maluco Beleza. No outro dia, resolvi ver um pedaço da entrevista ao Gregório Duvivier.

 

O Duvivier, a dada altura, referiu que nos rimos mais com amigos, no nosso próprio ambiente, do que em ambientes que não conhecemos – até deu o exemplo que ninguém se vai rolar a rir numa sala de espetáculos; é algo que reservamos para quando estamos com os nossos.

 

Deu também o exemplo da série Friends (a minha série preferida de sempre) onde, no início, não achamos grande piada aos episódios e só depois, quando começamos a conhecer as personagens, os seus jeitos, as suas manias, quando nos afeiçoamos a elas, é que nos rimos valentemente, até dizemos frases como: “isto é mesmo à Ross”, como se, de facto, o conhecêssemos e da vida dele fizéssemos parte.

 

Eu concordo plenamente.

 

Tenho muito mais facilidade em fazer rir as minhas amigas do que uma plateia totalmente desconhecida (num jantar, por exemplo, com amigos de amigos) onde, tenho a certeza, quando mando uma piada, todos pensam: esta é doida. Não sendo inteiramente mentira, a verdade é que os meus amigos se riem com alguma facilidade com aquilo que eu digo e os desconhecidos, bom, acho que se assustam :)

 

Em casa, com os nossos, tudo flui de outra forma.

 

O humor precisa mesmo de casa. O humor precisa de carinho. O humor precisa das nossas pessoas. Só assim resulta.

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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