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(in)sensatez

13
Set16

Sobre a roupa de ginásio - há assim tanto a dizer sobre este tema?

CD

Fui previsível e, neste mês de setembro onde tudo se inicia, decidi inscrever-me no ginásio.

 

No meu caso, não vai ser (como nunca foi) uma avença entregue, mês após mês, sem lá meter os pés. Foi mais uma decisão, tomada já há uns meses, amadurecida pelo verão (como acontece com algumas fruta, sim) e consomada no início deste setembro que tanto gostamos.

 

Estive a frequentar com uma amiga, há uns tempos, um outro ginásio.

 

Esta minha amiga incluía-me, carinhosamente, no último degrau de pessoas fashion no que à indumentária de ginásio diz respeito: a pessoa que se passeia com t-shirts com fotografias da própria (eu) agarradas ao Mickey, t-shirts de locais de publicidade (por exemplo, da pastelaria lá do bairro) ou do Garfield (sim, leram bem, do Garfield).

 

Não acho que se deva ir com roupa rota ou desbotada. Mas, bom, também – pensava eu – não é preciso irmos todas kitadas. O objectivo, no fundo, é fazer desporto e suar, certo?

 

Segundo esta mesma amiga, há vários degraus no que toca ao vestuário admissível num ginásio:

 

- O degrau mais baixo - onde eu me insiro e… bom, mais ninguém (vim a concluir uns belos tempos mais tarde);

 

- O degrau intermédio - composto por pessoas que vão com uns tops básicos, umas leggings básicas e uns tennis giros mas básicos – sendo que estas peças de vestuários não precisam, necessariamente, de condizer a 100% mas onde se conclui uma certa lógica no seu conjunto;

 

- O degrau mais elevado - atacadores a condizer com a risca das calças que, por sua vez, condiz com a garrafa da água, top cruzado nas costas, preferencialmente curto (de modo a ficar bem visível a forma dos nossos abdominais bem suados), toalha com debruados a néon a picar com o elástico do cabelo – estão a ver?

 

Com a entrada neste novo ginásio, a minha companhia (que é o meu marido) pediu-me para eu subir, pelo menos, um degrau no que toca aos kits para ginasticar. Eu fiz-lhe a vontade até porque isto abriu toda uma hipótese para gastar dinheiro em roupa.

 

Fui, então, investigar a fundo a questão e parece-me que vou vestida de Nova Iorque. Que acham?

 

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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