Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

(in)sensatez

12
Mai16

Sorte.

CD

 

Para publicar.jpg

Queria escrever sobre a sorte. E de como a sorte se fabrica. E de como a sorte dá trabalho. E de como a sorte cravada na nossa vida é o empurrão que, tantas vezes, precisamos. Fazendo de forma persistente, vamos construindo a nossa parte, vamos cimentando os tijolos para, quem sabe, conseguirmos apanhar a sorte a jeito, depois a uma qualquer curva apertada: aquela ajudinha extra que necessitamos.

A sorte é uma parte fundamental neste jogo de tabuleiro por onde avançamos a vida. Ela reveste, tantas vezes, a forma do número “seis”, no nosso dado não viciado, nestas andanças dos dias e aparece sempre que nos falta precisamente esse número para atingir o desejado “queijinho”.

“Trabalhar a sorte” pode ser chavão, mas os chavões também são necessários porque advêm sempre de conclusões, de quem se dedicou muitas vezes a analisar. Gosto de pessoas que analisam e dos chavões que constroem apesar de, frequentemente, fugir deles.

No “trabalho da sorte” são poucas as noites que relaxo, são algumas as noites que durmo pouco e são muitos os dias em busca de temas para centrar a escrita.

Trabalhar a sorte dá um trabalho dos diabos (ainda há quem use esta expressão?) mas, no final, compensa sempre.

 

 

Instagram @catarina_lduarte

Facebook https://www.facebook.com/catarinaduartewords

1 comentário

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrevam a Newsletter (prometo que não se vão arrepender)

Carreguem aqui para subscrever:)

Sigam-me

Facebook

Instagram @catarinaduarte.words

Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D