Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

(in)sensatez

14
Fev17

Sou adepta do dia dos namorados mas não tenho paciência para ele (desculpem lá!).

CD

roses-are-dead-violets-are-fine-this-day-sucks-bal

Sou adepta do dia dos namorados mas não tenho paciência para ele (desculpem lá a bipolaridade da frase).

Na verdade, sou adepta de qualquer dia que sirva de justificação para uma pessoa comer, beber e estar.

Sou adepta de motivos para sentir sem preocupação e temperar conversas a vinho tinto.

Agora que penso nisto: acho que não é bem do dia dos namorados que sou adepta – acho que a minha cena é mais boa vida e razões (igualmente boas) para a aproveitarmos.

Porque é que não tenho paciência para ele – para o dia dos namorados (entenda-se)?

Porque acabou a minha tolerância a restaurantes esgotados, a cocktails vermelhos a puxar o erotismo, a vozes sedosas a arrastarem-se por cima dos pratos repenicados, cheios de comida pré-desenhada (que, na maior parte dos casos, é – vamos assumir – má), transversal a todos os que estão debaixo do mesmo tecto.

Acho muito bem que se festeje o amor, quero (aliás, exijo!) motivos para isso, mais ainda se nesse festejo estiver incluída música destravada, copos (de preferência, uns atrás dos outros) e noite frenética.

Mas, por favor, pela minha saúde (e, já agora, pela de todos nós): tudo menos na noite de S. Valentim!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sigam-me

Facebook

Instagram @catarinaduarte.words

Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D