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(in)sensatez

17
Set17

A inspiração e o plágio.

CD

Hoje em dia fala-se muito em inspiração. Na verdade, qualquer processo criativo, desde que existimos, se senta, de forma confortável, na inspiração.

 

Sou mesmo da opinião que qualquer obra que criamos tem por base aquilo que sentimos à nossa volta. Não só surge daquilo por que passamos, das nossas vivências, como também nasce daquilo que vemos, em nosso redor, acontecer: a arte que absorvemos, os livros, as músicas, os filmes, as pinturas a que temos acesso. A inspiração é aquilo que, muitas vezes, nos desbloqueia e que nos dá ânimo para nos desenvolvermos e criarmos algo único.

 

Por alguma razão se diz que um escritor deve ler muito: para aprender, claro que sim, mas também para se inspirar. Os músicos absorvem músicas e histórias e letras e melodias. O Rui Veloso é uma referência e uma inspiração de muitas bandas actuais, por exemplo.

 

Há, no entanto, uma linha que separa a inspiração da cópia.

 

A inspiração é sinal de respeito, é sinal de reconhecimento, é sinal que estamos a construir uma identidade nas artes. A cópia é, exactamente, o oposto: significa desrespeito pelo trabalho alheio, desrespeito por quem passa dias a pensar em determinado propósito. Plágio significa roubo daquilo que de mais puro possuímos: aquilo que nos sai da cabeça, de horas de trabalho, de minutos de dedicação. É pior do que roubar uma carteira, porque nos estão a roubar uma identidade.

 

Dediquei-me a investigar um tema que, não sendo propriamente novo, surgiu agora com bastante força: as músicas do Tony Carreira.

 

Dediquem-se a ouvi-las e, por muito respeito que tenha por tudo aquilo que o Tony Carreira construiu, por tudo aquilo em que se tornou, não consigo perceber como é que alguém desrespeita obra alheia, especialmente, quando é também possuidor de uma.

 

Ouçam e depois digam-me.

 

E mais respeito pelo trabalho alheio, por favor.

13
Jul17

Sobre blogs #4: Os blogs e as redes sociais.

CD

It's Leave the Office Early Day! (1).png

 

Neste quarto post sobre os blogs, resolvi abordar o tema das Redes Sociais.

 

Hoje em dia, parece-me um pouco impossível levar os blogs com alguma seriedade sem lhes associar redes sociais.

 

As Redes Sociais são o isco para os blogs.

 

Claro que há muita população residente, que vai diretamente ao blog através de um motor de busca, mas a dinâmica é incomparavelmente superior quando se tem redes a gravitar à volta do blog.

 

E se, aqui pelo meio, falarmos da questão das parcerias, então, nem se fala.

 

Começo por dizer que isto das redes sociais é um mundo e que o que aqui partilho é a percepção de alguém (eu!) que se interessa (minimamente) pelo tema. No fundo, é a minha experiência, a minha visão na óptica do utilizador, se quiserem.

Ah! E sempre com a premissa: façam o que eu digo, não façam o que eu faço (assumo que falho, por falta de paciência, em muitos dos pontos que aqui vou falar):

 

Onde estar presente? - Eu diria que a resposta é "em todo o lado" SE houver tempo para tal. Se não for possível, escolher aquelas redes que mais se enquadram na vossa vida. Eu estou presente no Facebook, no Instagram e no Twitter.

 

Ter uma voz verdadeira e confiável – Julgo que este ponto é a base de qualquer relacionamento. Aqueles que temos no mundo virtual, não são excepção. As pessoas devem saber com o que contam quando nos seguem nas redes, só assim criamos laços. Temos sempre que ser verdadeiros, confiáveis, nós próprios. Ainda que, neste mundo virtual, à partida, só mostremos uma parte daquilo que somos, não faz sentido criar uma personagem oposta a nós mesmos. 

 

Criar laços com os seguidores – É fundamental desenvolver laços com os seguidores, uma boa forma é interagir com eles.

 

Posts Patrocinados – As redes sociais, hoje em dia, são um negócios para… as próprias redes socias. Partindo desta ideia, a tendência é que tenhamos, cada vez mais, que pagar para ser vistos. Julgo que ainda se consegue fazer uma boa gestão deste ponto mas a tendência é que cada vez tenhamos que recorrer mais aos posts patrocinados.

 

Horário das Publicações – Dizem que os horários das publicações têm impacto na interação com o público e eu concordo (embora não siga muito este ponto). As melhores alturas para publicar são à noite, depois do jantar, quando as pessoas estão a descansar no sofá a fazer aquela “checkagem” (bonita palavra criada agora por mim) nas redes sociais. Pela minha experiência, domingo à noite é a melhor altura para se partilhar algo nas redes.

 

Fazer vídeos e criar imagens – Os vídeos estão a crescer e uma imagem vale mais do que mil palavras. Fazer pequenos vídeos e apostar nas imagens é importante.

 

Criar conteúdo “partilhável” – Isto é daquelas coisas que nós sabemos que é assim mas que nos estamos nas tintas. Quanto mais o conteúdos for “partilhável” mais buzz faz no blog e nas redes sociais.

 

Linkar o blog às redes e as redes ao blog – Isto parece uma dica muito básica mas há mesmo muitos blogs que têm redes socias mas que cujo acesso é mesmo muito difícil pois estão escondidas algures no site. Os links devem estar a funcionar e tanto se deve linkar do blog para as redes como das redes para o blog: tudo ligado!

 

Não desistir – Há mesmo muitas pessoas que não põem likes mas que lêem e gostam. E isto é importante! Nem só de likes vive um homem!

 

Isto das redes e dos blogs é um mundo a explorar e, pior, um mundo sempre em mudança. No final, o que conta mesmo é gostarmos muito daquilo que fazemos e escrever ainda está no top das minhas coisas preferidas do mundo. Sim, à frente do pastel de nata.

 

Já agora (um momento de auto promoção), as minhas redes são estas:

 

Facebook

Instagram

Twitter

 

São muito bem-vindos por lá :)

 

O primeiro texto da saga "Sobre Blogs" (sobre a Dimensão das Coisas) está aqui.

O segundo texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Começar um blog) está aqui.

O terceiro texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Dinamizar um blog) está aqui.

04
Jul17

Sobre blogs #3: Dinamizar um blog.

CD

Dinamizar um blog.png

 

Vamos lá continuar a falar sobre blogs.

 

Depois da criação de um blog, é necessário dinamiza-lo.

 

(Reforço que estes textos onde abordo os temas dos blogs procuram transmitir a minha experiência pessoal, de quem já anda nisto há muito, muito tempo. Apenas isso. No final deste texto, vou deixar os links para os outros posts sobre o assunto.)

 

Fazer um planeamento - A primeira (e, talvez, mais importante dica) para qualquer que seja o blog, caso se queira publicar com o mínimo de regularidade, é fazer um planeamento.

 

Obrigo-me a planear a minha vida de forma a publicar praticamente todos os dias. O meu (básico) planeamento resume-se a isto: vou tirando, ao longo dos dias, apontamentos sobre o que quero falar, qual o ângulo que quero abordar, e começo, inclusive, a escrever o texto, mesmo que saiba que ele vai ser mudado. Quando me sento para o limar e o rever, posso não saber exactamente se vai sair na próxima quinta-feira ou no próximo sábado, mas já tenho muito trabalho adiantado. Depois é só torna-lo "bonito", orientar-me e enquadra-lo na agenda.

 

Criar uma rotina de escrita – Digo sempre isto nos Workshops de Escrita Criativa que dou: é fundamental haver uma rotina de escrita, tanto para quem quer desbloquear a escrita, como para quem quer profissionalizar um blog.

Somer­set Maugham (autor da Servidão Humana e do Fio da Navalha) dizia:

 

"Eu escrevo só quando a ins­pi­ra­ção bate à porta. Feliz­mente, ela bate à porta todas as manhãs às nove em ponto.

 

Obviamente que a inspiração não lhe aparecia à frente, todas as manhãs, às nove horas, mas ele escrevia, quer ela lá estivesse, quer não. E isto é fundamental: criar uma rotina.

 

(Eu - mesmo que assuma interiormente que nem todos os dias vou conseguir cumprir - escrevo todos os dias. Criarmos estes compromisso connosco, é meio caminho andado para conseguirmos - mesmo que não se consiga ser tão rigoroso quanto se quer.)

 

Bons Conteúdos - Criar conteúdos relevantes, escritos numa voz muito nossa, característica, própria e que "obrigue" as pessoas a regressar ao blog, procurar um ângulo diferente de abordagem, uma análise mais fora, sempre acompanhado por um escrita cuidada (sem erros ortográficos), é fundamental.

 

Conteúdos actuais - Falar sobre a actualidade origina o crescimento de laços entre quem escreve e quem lê: as pessoas tendem em identificar-se, partilham e as interações crescem.

 

Boas fotografias (boa imagem) - Uma imagem vale mais do que mil palavras. As imagens são bons suportes para os posts. Num blog que se caracteriza mais como sendo de escrita (como é o caso deste), embora as fotografias sejam importantes, não as considero assim tão fundamentais (mas, sim, muitas vezes, como já referi, a sua ausência, deve-se mais à falta de tempo para as tirar, do que a outra coisa qualquer).

 

Uma dica que considero importante é: por exemplo, no âmbito de um texto com o propósito de dar uma opinião sobre um livro, em vez de se tirar uma imagem da capa do livro da internet, fica mais giro e mais apelativo, colocar uma fotografia tirada por nós.

 

Dinamização dos próprios posts - É sempre vantajoso, colocar links para outros posts do blog, uma vez que faz com que se crie tráfego interno (confesso que, muitas vezes, me falta a paciência para isto :) );

Outra dica: olhar para os jornais/revistas digitais e ver como estão organizados - colocar as frases mais apelativas, dos nossos textos, a bold, fomenta a curiosidade (tal como acontece nesses jornais/revistas).

 

Procurar forma de criar tráfego - Através de passatempos, concursos ou perguntas. Ter a iniciativa de falar com marcas, propor parcerias, procurar relações win-win.

 

Criar uma comunidade - Bom, talvez eu não seja assim a melhor pessoa para falar disto mas reconheço a importância de uma comunidade de bloggers. Há alguns que sigo com bastante frequência (diariamente) tais como o João Farinha, a Cláudia, a Maria das Palavras, a Leonor, a Cristina e a Rita. Não digo que tenha interação muito recorrente com estes bloggers mas é importante criarem-se iniciativas para fomentar o crescimento dos blogs.

 

E foram estas as dicas de como dinamizar um blog.

Têm mais para a troca?

 


O primeiro texto da saga "Sobre Blogs" (sobre a Dimensão das Coisas) está aqui.

O segundo texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Começar um blog) está aqui.

O quarto texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Dinamizar um blog) está aqui.

30
Jun17

Sobre blogs #2: Começar um blog.

CD

II - Começar um blog - sobre blogs.png

 

Quando se decide começar um blog, há várias decisões a tomar logo no seu início. Umas podem ser alteradas, ao longo do tempo; outras, como por exemplo o nome, convém que se mantenham constantes, caso queiramos ver o número de seguidores crescer. 

 

Na minha opinião, as principais decisões a tomar são: 

 

Ter um tema - O tema do blog tanto pode ser do mais abrangente possível (como o Pipoca mais Doce - onde são abordados diversos assuntos, tais como, a actualidade, moda ou o Benfica), como ser mais específico (como o Paulo Marques - saber fazer.fazer saber – onde se fala sobre Contabilidade).

 

A escolha do tema, pode condicionar, à partida, o crescimento do blog. Se estivermos a falar de Contabilidade, obviamente que os interessados no tema serão em menor número.

 

Um tema pode ser importante como "guia" mas que não deve (nem vai) ser castrador da vontade.

 

Claro que, num blog de Contabilidade, é despropositado falar de moda mas, mesmo que a ideia inicial seja apenas falar de Contabilidade, pode-se, eventualmente, abrir o leque para Fiscalidade ou para Recursos Humanos. Os blogs - como a vida - não são estáticos. 

 

Ter um nome - Depois de escolhido o tema, ou, pelo menos, o tema principal, deve-se escolher um (bom) nome. Um bom nome é curto, direto e fácil de decorar. Insensatez, no caso do meu, pretende associar-se à minha escrita por ela ser muito "ondulada", cheia de picos de personalidade, é um nome rápido e fácil de identificar. Isto é relevante no passa-palavra. 

 

Onde alojar - Há muitos locais onde podem colocar o vosso blog, tal como, o Blogspot, o Wordpress ou o Sapo. Eu já tive um blog do Blogspot e foi uma boa experiência mas não bate o Sapo.

 

Bom, o Sapo, para além de ser um portal português e que fornece aos bloggers apoio quando necessitamos, também potencia o crescimento dos seus membros. Como? Partilhando, nas suas diversas páginas, textos que considera relevantes (ver no blogs.sapo.pt ou no próprio do sapo.pt). Este gesto dá visibilidade à comunidade. 

 

Boa imagem / Bom layout - Depois de escolhido o tema, o nome e onde colocar o blog é necessário cuidar da imagem e do layout. 

 

A imagem deve ser limpa, as letras devem ser pretas (no máximo, cinzentas) em base branca e deve haver coerência entre o conteúdo e a imagem: se calhar, não faz sentido, caso eu queira passar uma mensagem de maturidade, utilizar uma imagem cheia de gelados e flamingos. 

 

O layout, por sua vez, deve ser fácil e conter apenas a informação relevante. A Sapo já tem layouts pré-definidos que vamos ajustando conforme as nossas necessidades. A informação que queremos destacar deve estar visível e de fácil acesso. Os links devem estar a funcionar. 

 

Adoro passear em blogs simples, não me baralho com informação supérflua e foco-me no essencial.

 

Sobre "Começar um blog" é esta a partilha.

 

O primeiro texto da saga "Sobre Blogs" (sobre a Dimensão das Coisas) está aqui.

O terceiro texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Dinamizar um blog) está aqui.

O quarto texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Dinamizar um blog) está aqui.

 

29
Jun17

Sobre blogs #1: A dimensão das coisas.

CD

I - Dimensão das coisas - sobre blogs.png

 

No outro dia, num jantar, um grupo de pessoas comentava, com algum espanto, que o meu blog até é “grandinho”, tal como as redes sociais que, à volta dele, gravitam.

 

Sem falsas modéstias, eu não acho nada que o meu blog seja "grandinho", nem consigo perceber a medida deste “grandinho”. Sei que tenho bom feedback, sei que tenho alguns seguidores, sei que eles estão a crescer, sei que as visualizações também têm aumentado, mas não sei muito mais. Ah, sei também que blogs grandes (sendo que “grande”, nesta escala, é superior a “grandinho”) são, por exemplo, o Pipoca Mais Doce, o Frederica ou o Stylista. Mas, bom, sendo totalmente realista, nem faz sentido coloca-los na mesma escala: estes blogs pertencem a pessoas que pagam as suas contas com eles!

 

Depois, temos outros, mais para o meio da tabela, mas que também já têm alguma dimensão. Nestes, os autores (ainda) não conseguem viver do blog mas conseguem obter algum retorno, ao trabalharem com diversas marcas, o que origina bastante dinamismo ao próprio blog.

 

O meu blog, de ambos os casos, está longe, muito longe.

 

Possivelmente, com "grandinho", o grupo de pessoas com quem jantava, referia-se ao facto de ser um blog com conteúdo frequente e (relativamente) trabalhado, o que até pode parecer estranho dado que tenho um trabalho (que não é o blog), na vida de todos os dias, relativamente exigente.

 

Digo-vos (acho que nunca assumi este ponto, neste espaço): levo o blog muito a sério e sai-me, francamente, do pêlo todos os conteúdos que por aqui aparecem, pela frequência com que aparecem mas, principalmente, pela qualidade que gosto que tenham. Não abdico de os trazer bem escritos (muitas vezes escritos a altas horas da noite, no meio de um processo criativo qualquer; outras vezes, escritos no intervalo de qualquer coisa ou enquanto espero por alguém – mas sempre revistos e revistos e revistos) e com boas fotografias sendo que, a ausência delas, muitas vezes, justifica-se pelo facto de não ter tempo para as tirar: quando isso acontece, prefiro, obviamente, não colocar imagens. Até porque, em última análise, este blog pertence às palavras, à escrita, a esta minha paixão pelos caracteres; as fotografias acabam por ser um complemento.

 

Bom, introduções feitas, o objectivo deste texto é referir que vão sair alguns posts sobre o que, para mim, representa isto de ter um blog – com algumas dicas pelo meio.

 

Irei falar na óptica dos blogs pessoais, como é o caso deste, onde há sempre uma pessoa e uma opinião por detrás dos conteúdos publicados. Basicamente, vou-vos contar a minha experiência e, quem sabe, inspirar alguém a criar um.

 

Adianto-vos já que não é fácil: exige dedicação, trabalho e renúncia mas é muito bom.

 

Apesar de tudo, passo a vida a recomendar, a toda a gente, a criação de um blog, mesmo que o objectivo seja apenas passar o tempo pois, ter um cantinho como este, ajuda-nos a esquematizar as ideias, a pensar sobre as coisas, a ter uma opinião.

 

Preparados para vários posts sobre o tema?

 

O segundo texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Começar um blog) está aqui.

O terceiro texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Dinamizar um blog) está aqui.

O quarto texto da saga "Sobre Blogs" (sobre como Dinamizar um blog) está aqui.

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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