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(in)sensatez

28
Nov17

Opinião - O Substituto.

CD

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Não é assim tão comum, eu gostar realmente de um filme. Quando digo gostar, refiro ao ponto de me sentir completamente repleta com as imagens e com as ideias do mesmo. Também não é raro, calma lá, que não sou nenhuma intelectual cinematográfica.

 

O meu primo Francisco andava atrás de mim, desde há uns tempos para cá, para eu ver o filme "O Substituto" (sim, esse que é de 2011) até que, um belo dia, lá resolvi dedicar-me a ele.

 

Se o trago aqui hoje é também para partilhar convosco a forma como este filme se cravou em mim. É profundo, é complexo, mas é, essencialmente, amargo. Todos nós reservamos em nós mesmos estas três características, não é mesmo?

 

O filme conta a história de um professor que faz substituições de outros professores. A dada altura, vai dar aulas para uma escola bastante problemática. Ao contrário de muitos filmes do género, a história centra-se no professor e não na evolução dos alunos pela influência dele. Gostei muito desta forma de abordagem pois dá todo um novo folgo ao filme.

 

Com o lastro de uma situação não ultrapassada do seu passado, com um avô doente, uma miúda prostituta que resgata da rua, com os seus alunos problemáticos, com uma psicóloga em negação, uma diretora que se recusa a aceitar que vai ser despedida, com professores que não têm capacidade para serem professores e outros que têm mas não conseguem, o protagonista assume a sua posição de substituto de forma firme (apesar de se deixar envolver com o que o rodeia) uma vez que, quando acaba a substituição, volta a sair de cena com a mesma rapidez com que entrou.

 

É um filme complexo, grande, que toca em muitos temas, todos eles intensos, que escava fundo no meio de nós mesmos, que reflecte sobre o abandono, sobre famílias descompensadas, sobre a nossa falta de capacidade de limparmos o passado em nós.

 

Uma realização óptima com interpretações maravilhosas (todos, todos vão bem).

 

Um filme triste, profundo, sem esperança e sem uma mensagem positiva mas muito, muito realista. Num mundo onde nos impingem que tudo é perfeito, a vida, por mais que nos custe admitir, pode nem sempre terminar da melhor forma.

 

Vejam. Prometo que não se vão arrepender.

 

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02
Nov17

Opinião: Os Homens que Odeiam as Mulheres, de Stieg Larsson

CD

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Sei que já vou com quase 10 anos de atraso mas tenho mesmo algumas coisas a dizer sobre o livro “Os Homens que Odeiam as Mulheres”, que tanto furor fez, do escritor Stieg Larsson.

 

Acabei-o há umas semanas e, bom, desculpem-me os fãs, não o achei tão maravilhoso como todos dizem que é. Aliás, não o achei, de todo, maravilhoso.

 

Para começar, achei que a escrita não é, propriamente, brilhante. Claro que, quando se fala de um livro policial, uma pessoa já dá de barato que a escrita não seja a melhor coisinha do planeta mas, mesmo assim, com todo o burburinho em torno este livro, achei que, de alguma forma, me fosse surpreender – admito que aqui tenha sido uma questão de gestão de expectativas.

 

(Querem um policial bem escrito? Leiam “O Imenso Adeus” de Raymond Chandler: “Se há escritor no universo literário que contribuiu para que a literatura policial deixasse de ser olhada como um género menor e pouco recomendável, esse foi certamente Raymond Chandler." )

 

Quanto às personagens, gostei da Lisbeth Salander, cumpriu o seu papel de miúda enigmática, é uma personagem com muito carisma e que desperta curiosidade. Mas, o caldo entorna, quando falamos de Mikael Blomkvist, devo dizer que o achei muito, mas mesmo muito, previsível. Aquele final dele com a outra (só um bocadinho de spoiler - espera lá, ainda se pode falar em spoiler quase 10 anos depois?) estava-se mesmo a ver, malta!

 

A história é original, o ambiente muito ao estilo de policial sueco que, na verdade, é o que este livro é.

 

Ponto muito franco: só a mais de metade do livro (sendo que estamos a falar de um livro que tem 539 páginas) é que a história me agarrou, verdadeiramente. Ora, num livro policial, não é isso que se pretende: quer-se uma escrita rápida, fluída, que agarre quase na primeira frase.

 

Bom, irei ler os dois que faltam (já ouvi dizer que o segundo volume é muito melhor) para fechar este ciclo.

 

É um livro mediano, longe, muito longe, do livro que me venderam.

 

Rating: 3/5

22
Set17

Saudações ao Líder Brunete de Carvalho.

CD

Este dia tinha que chegar. Não esperava – sou sincera – que fosse tão cedo. Ora, como sabem, eu sou do Benfica e, como qualquer benfiquista, aceita mas não tolera adversários diretos, especialmente se eles existirem a um raio de dois quilómetros.

 

Bom, mas isto para dizer que Bruno de Carvalho (Brunete, para os amigos) sempre foi motivo de risada quando a minha malta se junta em tertúlias intelectuais, com o objectivo de debater problemáticas profundas como, por exemplo, se o Samaris é giro, se o Eliseu meteu silicone no rabo (se dão a entender que o da Rita Pereira tem, não entendo porque é que não questionam o rabiosque do Eliseu) ou porque raio é que o filho do Pizzi é ruivo.

 

E, depois de ver o vídeo do Bruno de Carvalho, a comunicar à família sportinguista que vai ser pai, com um discurso bastante sinistro cujo propósito ou foi enrijar um regime no qual se vê como líder absoluto ou, bom, foi só fazer figura de parvo, concluo que, enquanto esta pessoa ali estiver, vamos ter muitos e bons momentos de entretenimento e, a parte melhor, de forma gratuita.

 

Fico triste porque, apesar de achar que os sportinguistas merecem muito, não mereciam tanto.

 

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E não, a fotografia acima não é random, vejam o vídeo abaixo e percebem que faz todo o sentido. Ou não.

 

 

 

27
Jul17

E sobre o Tinder?

CD

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Certa vez, uma amiga minha que vive nos States, disse-me que lá era normalíssimo a malta estar inscrita em sites do género dos do Tinder.

 

Na altura, lembro-me de ter comentado com o Ricardo que havia uma grande lacuna, a esse nível, no mercado português (sempre a pensar em negócios, eu sei). O nosso país, sendo um de brandos costumes, ainda teria que dar um grande passo ao nível da mentalidade para aceitar uma app do género.

 

A chegada do Tinder foi, porém, mais rápida do que aquilo que pensei.

 

Quando o Tinder surgiu (ou, entrou com força, em Portugal), no início, eu, rapariga um pouco conservadora a viver num país conservador, tinha muitas reticências quanto a sua entrada do nosso mercado. Uma coisa era pensar numa app do género de forma genérica, identificar aqui uma falha no mercado, outra, bem diferente, era concluir que, bom, era uma realidade demasiado “fora” que se estava a impor por estas bandas.

 

Com o tempo, foi-se verificando que, afinal, este país à beira-mar plantado, de país recatado já teve mais, e algumas pessoas que até conhecia bastante bem foram, entretanto, parar ao Tinder.

 

Fiquei naquele limbo, entre o que achava eticamente correto e as vantagens práticas da aplicação. Hoje tenho, sem dúvida, uma opinião, muito mais consolidada.

 

Para já, o que é que isto tem a ver com eticamente correto? O Tinder é um local. Virtual, é certo, mas não passa de um local, como podia ser um restaurante, um museu ou uma sala de congressos. O propósito da sua existência pode não ser o mesmo do de um restaurante, de um museu ou o de uma sala de congressos mas, na sua génese, não passa de um local.

 

Ora, eu sou casada e estou com a mesma pessoa há quase dez anos. Como calculam, recentemente, não me coloquei na posição de solteira mas sei que, quem o é na minha idade, não tem a vida facilitada, no que toca a arranjar um partner.

 

Isto sucede porque os grupos estão formados, os casais também mas, mais importante, os ciclos por onde andamos acabam por ser sempre os mesmos. Quanto atingimos a marca dos trinta, deambulamos, basicamente entre casa, trabalho, amigos de sempre e ginásio. Não temos, portanto, muita facilidade em conhecer pessoas novas porque os meios por onde nos movemos acabam por ser limitados.

 

Desta forma, de um modo totalmente direto e descomplexado, tenho a certeza que o Tinder, ainda que, bom, nem sempre tenha intenções de um casamento para sempre (nem é isso, na maior parte das vezes, que se pretende), pode (e deve) ser um meio para as pessoas se conhecerem e, claro, sairem dos círculos de todos os dias.

 

Qual a vossa opinião?

21
Jul17

(Ainda) Sobre o caso do médico Gentil Martins.

CD

Após escrever o texto de ontem sobre o caso Gentil Martins (mas, também, sobre este país que acha que vive em Democracia mas que, contas feitas, não é bem assim) (podem ver o texto aqui), descobri este video bastante exemplificativo do que eu acho que está correcto (é um video curtinho). Vale a pena ver.

 

Um excerto da video:

 

"Prefere-se perseguir, proibir, castigar, calar. Mas a criminalização das opiniões pode ser contraproducente. Ficamos mais fracos no confronto de ideias", refere Rui Ramos, do jornal Observador.

 

 

 

 

20
Jul17

Um país onde não se pode ter opinião.

CD

Há um ano, escrevi, a propósito de uma polémica que envolveu Rui Sinel de Cordes, um texto onde abordei o tema de liberdade de expressão.

 

Julgo que a liberdade de expressão é aquela coisa que toda a gente gosta de dizer que tem, porque é moderno viver num país livre e democrático mas que, bom, contas feitas ninguém está preparado para isso.

 

Na verdade, em Portugal, não se pode ter opinião. Felizmente, relativamente aos meus textos, quando os mesmos são de opinião, nunca tive ninguém a cravar fundo nas caixas dos comentários. Mas isso acontece. Acontece mesmo muito. As caixas de comentários dos jornais, das revistas, dos bloggers, dos humoristas, das pessoas que têm páginas públicas são um autêntico esgoto a céu aberto.

 

Com tudo o que as redes sociais nos trouxeram de bom, também trouxeram ao de cima, a lama peganhenta onde estão plantados alguns espíritos.

 

Bom, mas retomo hoje ao tema da liberdade de expressão porque são diários os exemplos em que as pessoas são fuziladas (não literalmente, claro) por tecerem um comentário. Reparem: por tecerem um comentário. Por muito grave que seja um comentário, nunca achei que fosse motivo de fuzilamento, ainda que não de forma literal.

 

Um dos últimos casos foi o de um médico, António Gentil Martins, (ia colocar aqui a idade dele – vá, tem 87 anos – mas, na verdade, não acho que, de algum modo, seja importante a sua idade) que disse umas palermices referente à homossexualidade. Com isto, surgiram logo achincalhamentos públicos, aberturas de processos e inúmeras crónicas (como esta) de defensores mas, principalmente, de agressores.

 

O grave, atenção!, não é a diversidade de opiniões mas, sim, o ódio e a perseguição a quem as torna públicas.

 

A democracia, aquilo que usamos como bandeira da nossa sociedade moderna, cosmopolita, cheia de turistas a brotarem, repleta de restaurantes requintados, a democracia, aquilo que nos deixa embeiçados como autênticos novos-ricos que nunca viram nada para além das bonitas terras de Trás-os-Montes, a democracia, aquilo que nos torna num país desenvolvido e culto, porque é bom e moderno sermos uma sociedade TOP, é um longo caminho a ser percorrido diariamente e, neste caminho, é necessário (e vital) o direito a manifestarmos uma opinião sem nunca termos medo das consequências.

 

Só isto.

28
Abr17

Opinião - Restaurante Graça 77 - vegetariano

CD

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Por norma, não escrevo sobre restaurantes ou hotéis, aqui no blog. Provavelmente por não encarar estes assuntos dentro da linha que rege este blog ou, talvez, por considerar que, nestes temas, cada um tem os seus próprios gostos e que a minha opinião, no final, pode não ser assim tão relevante.

Por outro lado, eu gosto de ler opiniões sobre os locais que pretendo frequentar e, imagino eu, não devo ser caso único.

A verdade é que as opiniões de outros consumidores dão-nos sempre material para fundamentar a nossa decisão.

 

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Ontem fui almoçar ao restaurante Graça 77 (e, vou saltar já para o final da história, gostei tanto que voltei ao jantar).

O Graça 77 é um restaurante vegetariano situado na Graça.

 

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Pontos Positivos:

- Comida óptima e bem confecionada;

- Proprietário do restaurante atencioso e simpático;

- Decoração surpreendente e agradável.

 

Ponto a Melhorar:

- Estacionamento difícil (estamos na Graça!);

- Pouca oferta de sumos naturais;

- Atendimento um pouco demorado;

- Sobremesas elaborados com açúcar branco (das que estavam disponíveis, só utilizaram açúcar amarelo em apenas duas – é uma pena);

- Ausência de Multibanco.

 

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Não pensem que, pelo facto dos Pontos a Melhorar serem em maior número, que vão ficar mal servidos. Não, nada disso. Vale muito a pena a visita (e a repetição!).

No final, podem sempre dar uma voltinha na renovada Graça, pasmarem-se com a quantidade de turistas que por ali andam e apreciarem esta vista (única no mundo).

 

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Recomendo bastante.

 

Contactos:

Morada: Largo da Graça, 77, Graça, Lisboa

Telefone: 21 1348839

 

07
Mar17

5 comportamentos que não deves ter num concerto intimista.

CD

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Só pode: devo estar a ficar velha. Tornei-me uma pessoa (muito) intolerante em determinadas situações da vida.

 

No andar dos dias, muitas vezes, nem dou por isso mas, depois, paro num momento de real prazer e fico francamente lixada por atitudes que prejudicam o seu sucesso: a tua liberdade começa quando termina a minha – ouço muitas e muitas vezes.

 

Aninhada na voz do António Zambujo, no concerto de sexta-feira passada, estava isolada do mundo. Durante aquele momento (que durou 2 horas) era só eu, numa sala de estar, e ele (mais os músicos, vá) a refazer a música brasileira do meu Chico, num ritmo que era só nosso.

 

Na escuridão que criaram em determinados temas, estava totalmente absorvida, completamente virada para o espetáculo que ali se criava.

 

Porém, ainda há quem não consiga distinguir que um concerto numa sala como o Grande Auditório da Gulbenkian é um pouco (muito) diferente do que assistir ao Rock in Rio.

 

É diferente: tudo se ouve, tudo se vê, tudo se sente.

 

Listei 5 atitudes que ocorreram (ocasionalmente) no dito concerto e que me incomodaram (mas não me tiraram a magia do mesmo), precisamente porque me iam acordando do sonho em que me encontrava.

 

São estas:

 

- Tirar fotografias (especialmente, com flash) – Não foi uma vez, nem duas, nem três. Várias pessoas, ao longo do concerto, naqueles momentos mesmo intensos de tão intimistas que eram, disparavam flashs. Juro. Era quase uma tortura. Imaginem: sonho – flash; sonho – flash; sonho - flash;

 

- Cantar – Não me tomem por uma pessoa irritadiça – juro que sou afável e simpática. Mas, se não estamos num pavilhão a curtir aos altos berros uma valente malha, se estamos num concerto intimista, eu quero (mas quero mesmo) ouvir quem está à minha frente. Tive a infelicidade de ter atrás de mim duas meninas que, de forma exagerada, de vez enquanto diziam “adorooo esta música” (muito bem, sim senhora) e começam a cantarolar feitas doidas. Tudo óptimo (eu também adoro aquelas músicas todas – por isso é que fui) mas, infelizmente, não foi para as ouvir que comprei bilhete;

 

- Tossir desalmadamente nas notas baixas – No dia do concerto estava doente. Estava com gripe e também com umas alergias respiratórias que me deixavam a garganta irritada. Mesmo assim, julgo que 90% das vezes consegui cumprir: praticamente não espirrei (quando o fiz, tentei que fosse de forma calma e quase silenciosa) e tossi apenas só nas notas altas. Sei que nem sempre é possível mas, num concerto deste género, ouvir alguém ter um ataque de tosse quando se pretende absorver uma balada não é a situação mais agradável do mundo;

 

- Conversar com a pessoa do lado – Conversar mesmo. Conversar, partilhar, comunicar, pedir opinião. Conversar. Não é comentar ocasionalmente 2 vezes ao longo do concerto todo enquanto se bate palmas. Não! É mesmo conversar;

 

- Mexer no telemóvel – Eu sou um pouco viciada no meu telemóvel mas, porra, tenho saudades da época e que, quando íamos assistir a um concerto, íamos, de facto, assistir a um concerto. Mexer no telemóvel e vira-lo de lado na esperança que ninguém veja a luz, é só estupido. A luz vai aparecer e vai – muito provavelmente - (quase) cegar alguém. Aconteceu-me.

 

Larguem os telemóveis em momentos mágicos. Ganham mais vida, juro.

 

 

06
Mar17

António Zambujo - na Fundação Calouste Gulbenkian.

CD

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Na passada sexta-feira fui ao concerto do António Zambujo, na Fundação Calouste Gulbenkian. O tema deste concerto foi o seu álbum “Até pensei que fosse minha”, aquele que constitui uma homenagem clara a Chico Buarque, o maior letrista de língua portuguesa, segundo Zambujo.

O concerto foi maravilhoso, desenvolvido num ambiente muito intimista: o palco estava, aliás, alinhado com esse mesmo ambiente, pois fazia lembrar uma confortável sala de estar.

A sala de espetáculos, o Grande Auditório da Fundação, é, na minha opinião, das melhores salas que temos, tanto pelo conforto como pela acústica que nos fornece.

Fiquei à espera que Chico Buarque entrasse a qualquer momento, mas tal não aconteceu - não foi inferior por isso: nada disso.

Roberta Sá foi convidada e foi quem acompanhou Zambujo na música “Sem Fantasia”, à semelhança do que acontece no álbum.

Uma palavra para os músicos que acompanham Zambujo: é muito bom verificar que, num país que não prima propriamente pelos grandes apoios que fornece aos artistas, temos músicos tão validos, tão bons, tão perfeitos.

No final, tivemos direito a bónus: ficamos para a sessão de autógrafos e podemos trocar duas beijocas com o Zambujo (Zambas, para os amigos).

Gostei muito (mais uma vez).

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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