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(in)sensatez

24
Jul17

What the Health.

CD

what the health.jpg

 

Desde há uns valentes meses para cá que mudei drasticamente a minha forma de me relacionar com a comida. Sempre achei que comia minimamente bem (afinal, sempre preferi comida caseira, de tacho, com ar de casa) porém, vim a descobrir depois, não é bem assim.

 

A dada altura, porque não me sentia saudável (apesar de não estar propriamente gorda), senti que tinha que aprender a comer. Não queria avançar para um caminho alimentar sem quaisquer bases, com total desconhecimento, apenas seguindo a moda, que agora surgiu, da alimentação saudável.

 

Pesquisei e fiz um curso que durou bastante tempo mas que me deu bases sólidas (teóricas), com fortes fundamentos científicos a suporta-las, para conseguir ter uma alimentação equilibrada e sem qualquer carência nutricional.

 

Ocasionalmente, faço análises e está tudo ainda melhor do que no passado. Só posso concluir que estou no bom caminho!

 

Este fim-de-semana, vi um documentário (disponível na Netflix) sobre o tema da alimentação.

 

Chama-se “What the Health” e recomendo a 300%.

 

Na minha opinião, é um documentário extremamente completo que foca os pontos-chave que aprendi no curso e perfeito para quem quer ter algumas noções base de como funciona uma alimentação saudável.

 

Este documentário faz perguntas concretas, pela óptica do utilizador, se quiserem, e dá resposta objectivas.

 

Desmistificou, por exemplo, a questão da hereditariedade. Por exemplo, se a minha mãe morrer de cancro de mama e eu morrer de cancro da mama, significa que o cancro de mama é hereditário? Ou, quer apenas dizer, que, ao mantermos o mesmo comportamento, por exemplo, ao nível alimentar, estamos a criar todas as condições para que o cancro de mama se desenvolva de igual forma?

 

Explicou também, através das nossas características físicas (tamanho do intestino, dentição, etc), em que grupo nos encontramos e quais as características alimentares que devemos ter.

 

Obviamente, que, todo o documentário, mostra apenas um lado da questão e que temos que conseguir tirar o sumo da informação que pretende ser passada: analisar, com espírito crítico, o que ali é dito e fazer reflectir o melhor na nossa alimentação.

 

No final do dia, com a informação do nosso lado, com conhecimento de causa, com real cuidado com aquilo que se come, o que conta mesmo é seguir o nosso instinto e, claramente, que comer um bife de vaca todos os dias da semana, não origina nada bom.

 

hipocrates.png

 

15
Fev17

Vantagens do Facebook.

CD

Tive Facebook, deixei de ter e, há cerca um ano, voltei.

 

No meio das inúmeras desvantagens do Facebook, lá vou encontrando umas e outras vantagens para por lá ir ficando.

 

Para além de ser um óptimo organizador de notícias, de me ajudar a seguir (e a ler) o que escrevem pessoas que admiro (tantas, felizmente), permite-me ter acesso a informação de forma (minimamente) ordenada.

 

Há páginas que sigo porque me dão logo todas as informações que necessito sobre determinado tema.

Exemplo disso é a Comunidade Cultura e Arte.

 

Esta página colocou o pequeno texto que agora transcrevo:

 

"Beyoncé é mainstream demais pra ser bom, Adele é choro demais pra ser divertido, Bruno Mars é divertido demais pra ser sério, Metallica não é velho que chegue ...pra ser vintage, Kendrick não é suficientemente novo pra ser cool, Childish Gambino é demasiado cool para ser hip, Frank Ocean é demasiado hip para ser fresh, Jaden Smith é demasiado Fresh para não ser pretensioso, Kanye West é demasiado pretensioso para ser orgânico, Arctic Monkeys era demasiado indie para ser rádio, Gaga é demasiado Rádio para ser Rock, Alice Cooper era demasiado Rock para ser Metal, Britney é demasiado podre pra ser irónico, Lily Allen é demasiado irónico pra ser pop, Madonna é demasiado pop para ser revolução, Daft punk é demasiado revolução para ser comercial, Weeknd é demasiado comercial para ser swag, Migos é demasiado Swag pra ser música, Fado é demasiado antigo para ser novo e Bach é demasiado parado pra ser mexido.  Demasiado provocadora para ser mulher de respeito, demasiadas tattos para ser produtivo, demasiado feminino para ser hetero, demasiado masculino para ser gay, demasiado jovem para ter sucesso, demasiado velho para beijar em público, demasiado gordo para calças, demasiado magra para saias, demasiado duro para ser bom, demasiado mole para ser duro, demasiado fútil para ser arte, demasiado arte para ser vida.  Demasiada merda para ser demais, numa sociedade demasiado pequena para respirar."

De Peter Castro

 

E concordo! Concordo tanto com isto: “Demasiada merda para ser demais, numa sociedade demasiado pequena para respirar.”

 

Deixem estes "demasiados" (também falo para mim: sempre a opinar, sempre com algo a dizer), vamos arrumá-los num armário!

 

Isto aqui é demasiado curto, demasiado rápido, demasiado bom para tantos demasiados!

 

Bom dia :)

 
 
05
Dez16

Uma sugestão (para quem tem filhos pequenos).

CD

Pimpampum.png

Externato Pim Pam Pum (externato de referência em Lisboa) está a fazer uma espécie de calendário do advento, na sua página do facebook, onde vai colocando diariamente sugestões para pais e filhos.

A ideia está mesmo muito gira e é ideal para quem está constantemente à procura de actividades para fazer em família.

 

Muito importante (mas, sobre isso, falamos mais perto da data): irei dar, no referido Externato, este ano, uma aula de escrita criativa nas suas Oficinas de Natal.

 

Bom dia :)

 

 

28
Nov16

Pessoas interessantes.

CD

De vez enquanto, descubro uma pessoa interessante (minimamente conhecida do público em geral).

Quando digo interessante, não me refiro necessariamente aos melhores escritores, aos melhores compositores, aos melhores pintores do mundo. As pessoas interessantes vão muito para além dos livros, músicas ou pinturas "com potencial de venda" – podem ou não medir-se em números.

Quando digo interessante, refiro-me a pessoas absolutamente banais que, de uma forma ou de outra, têm algo de positivo a acrescentar à minha vida – claro que podem ser, nesta perspectiva, interessantes para mim mas razoáveis ou, até mesmo, insuportáveis para outros.

A questão é que, em busca de inspiração constante, vasculho a vida, a história, investigo as motivações e o que as levou, de facto, a tomar umas ou outras opções.

Na verdade, é só estarmos atentos – há entrevistas mesmo boas para descobrir.

Ouçam o Fala com Ela, na rádio Radar, com a Inês Meneses. Não se vão arrepender.

29
Set16

Uma sugestão para esta quinta-feira.

CD

Vou usar este mundo virtual (por nele ser mais fácil partilhar o que de bom se faz) para partilhar Luís Osório (a sua página no facebook, claro está).

O autor desta página, nela deposita textos (e sugestões), com bastante frequência, mas – e isto é a melhor parte -, quase sempre, carregados de alma.

Gosto de textos com alma. Nota-se que saem do melhor que temos.

Gosto de o ler.

Vale mesmo a pena ver.

Boa quinta-feira!

17
Ago16

Gelados há muitos.

CD

Gelados há muitos. Mas eu só trago três. Os preferidos do momento!

 

Em Lisboa brotam gelatarias. Umas atrás das outras. Como cogumelos. Dos bons. Eu adoro gelatarias. Sou viciada em gelados – no meu mundo ideal, eles são comidos, consecutivamente, diretamente de uma caixa gigante, enquanto descanso no sofá.

 

Selecionei 3 gelatarias que fazem parte da minha rotina, em Lisboa:

 

- Gelataria Conchanata na AV. Igreja -> site aqui

Peço sempre (sempre!), e é também a sugestão que eu faço, uma Conchanata com 3 bolas de nata e uma de amêndoa. Não se vão arrepender!

 

- Gelataria Artisani – há em vários locais –> site aqui

Vou, muitas vezes, à loja da Estrela. Gosto de todos os sabores: feitos com água de Luso e com leite Vigor. Esta loja tem, em algumas mesas, baloiços e faz as delícias da criançada (e minhas!).

 

- Gelato Davvero -> perto do Cais do Sodré -> site aqui

Gelados à italiana. Sou obcecada pelo sabor tiramisuú e, cereja no topo do bolo, que, não é cereja, nem há bolo: um pedaço de nata que barram no final do copo estar pronto.

 

Conheciam? E, desse lado, há sugestões?

13
Jul16

Sugestões de leitura - Férias.

CD

À semelhança do ano passado, hoje venho dar-vos três (+ uma) sugestões de leitura para as férias.

 

- um policial - O ladrão que Estudava Espinosa de Lawrence Block

Já tive oportunidade de falar sobre este livro aqui.Um óptimo livro para ler enquanto estamos estendidos na areia. Barato (€ 3,00) na wook.

 

- um nobel - Caim de José Saramago

Escrito por um mestre da literatura mundial é sempre um prazer ler algo dele. É um livro pequeno, que se lê rapidamente. Ideal para levar na mala de viagem :)

 

- um romântico - Como Água para Chocolate de Laura Esquivel

 Também já dei a minha opinião sobre este livro aqui. Podem ler aqui.

Um livro maravilhoso, pequeno, fácil de transportar. Uma amiga, uma vez disse, que foi o único livro que ela se demorou a ler, porque não queria que terminasse.

Vale muito a pena.

 

+ 1

 

- um infantil - Maria Bolinhos no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana - Escrito por mimmm :)

É perfeito para quem tem crianças (dos 6 aos 11 anos). Tem ilustrações maravilhosas e está à venda aqui - Chiado Editora. Juro que não se vão arrepender.

Se quiserem comprar uma "Maria Bolinhos" autografada é só mandarem-me um email para catarinalduarte@sapo.pt :)

 

Boas férias!

26
Jan16

Teatro São Luiz - Estar em Casa

CD

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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