Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

(in)sensatez

23
Nov17

Tenho de escrever?

CD

Tenho de escrever.jpg

 

A ideia deste texto surgiu de uma imagem que partilhei, há uns tempos, e que é a contracapa do livro “Carta a um jovem poeta”. Nela, esta pergunta surge limpa e directa: tenho de escrever?

 

Revisto esta pergunta com mais regularidade do que imaginam. Não que tenha dúvidas sobre se preciso ou se tenho  de escrever e, consequentemente, por precisar ou ter de escrever, o faça realmente, mas porque tenho genuína curiosidade em saber de onde vem este ímpeto que me leva à escrita.

 

Obviamente que, cada vez que revisito o tema, não obtenho qualquer espécie de resposta. Não percebo de onde vem este impulso que me agarra, noite após noite, a um computador ou, quando estou mais cansada, aos meus cadernos, e que me faz ter pedaços de histórias espalhados por todo o lado.

 

Talvez esta ausência de resposta seja a chave da razão que me leva a precisar ou a ter de escrever. Claro que ainda não encontrei a fechadura a que esta chave pertence mas lá vou procurando.

 

Pode ser que, um dia, a encontre.

 

Desafio a quem me lê (e que gosta de escrever) a responder a esta pergunta: tenho de escrever?

 

(se responderem nas vossas redes sociais ou nos vossos blogs, identifiquem-me para eu poder ler - no final, faço um post com todos vocês - tenho genuína curiosidade em saber porque têm de escrever)

10 comentários

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrevam a Newsletter (prometo que não se vão arrepender)

Carreguem aqui para subscrever:)

Sigam-me

Facebook

Instagram @catarinaduarte.words

Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D