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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

29.01.19

Estou viva.

CD
A todos aqueles que se questionam e preocupam com a minha ausência aqui pelo blog, tenho a dizer que sim, que estou viva.   Sucede que a minha vida, actualmente, divide-se entre obras, casa nova e… trabalho, imenso trabalho. Como tema prioritário, começa a ser, pensar seriamente na chegada do baby que não tarda muito está aí (e que tem sido tremendamente tranquilo e querido, não dando qualquer chatice, no sentido que deixa a mãe despachar tudo cá fora, para depois estar muito (...)
10.01.19

Opinião – Pedras Salgadas - SPA & Nature Park

CD
 Há várias vantagens em se ter um marido atento e em sermos pessoas com pouca memória. De todas as que me lembro, a mais relevante é que ele nos consegue sempre surpreender porque nos esquecemos facilmente do que falámos sobre determinados locais que gostaríamos de visitar.Foi isso que aconteceu quando dei por mim no Pedras Salgadas SPA & Nature Park, onde ficámos a passar o passado fim-de-semana.  Este complexo, situado no Norte mais Norte de Portugal, é composto pelas suas (...)
20.12.18

Uma quase conversa de elevador.

CD
Talvez seja este quase Inverno que não está tão frio, este ar que não está tão húmido, esta ausência de frio que me prometeram com a gravidez e que se veio a confirmar verdadeira. Talvez seja isso ou apenas a plenitude de conseguir viver e de colocar as coisas nos seus devidos lugar como se de uma arrumação de louça nas devidas gavetas se tratasse.   Valorizo muito quem se consegue afastar das questões a uma distância suficientemente segura que lhe permita decidir bem, sem (...)
19.12.18

Opinião: The American Meme.

CD
 Ontem, entre o cancelamento de um jantar de Natal e o estado de preguiça em que me encontrava, comecei a ver um documentário, disponível na Netflix, chamado “The American Meme” que, basicamente, retrata a vida de algumas das pessoas que vivem e ganham dinheiro por partilharem as suas vidas nas redes sociais e que são viciadas nos likes e que não vivem sem a aprovação dos outros. Não é um documentário brilhante e até achei que focou, este assunto, bastante pela rama, que (...)
14.12.18

Vamos acabar o ano em beleza com esta boa (tão boa!) novidade?

CD
 Ponderei bastante antes de partilhar esta notícia convosco. Ponderei tanto que já vou com mais de 5 meses de gravidez. Se, por um lado, queria fazê-lo por uma questão de honestidade para com quem me lê, por outro, tive (e tenho) muito medo que julguem que este humilde blog que tanto estimam se venha a transformar num baby blog. Não vai – adianto-vos já. Gosto baby blogs só não é a minha cena no que à escrita diz respeito. Não prometo, porém, não escrever sobre algumas das (...)
14.12.18

Estabelecimentos sem multibanco: não dão jeito nenhum.

CD
 Normalmente, fora uns trocos mal paridos que me deformam as carteiras todas, não ando com dinheiro. Pesam-me na mala, não adoro a ideia de tocar em dinheiro, e não tenho pachorra para o ir levantar. Não tenho nenhuma situação na minha vida em que seja necessário pagar em dinheiro e, mesmo os parquímetros que habitam na cidade de Lisboa, permitem o seu pagamento através da aplicação, o que me facilita imenso a vida. Percebo perfeitamente o finca-pé que existe perante as (...)
11.12.18

3 livros perfeitos para oferecer neste Natal.

CD
 Cá estou eu para mais um texto com sugestões de livros para oferecer no Natal. Alguns deles foram leituras minhas neste ano e gostei tanto mas tanto que não tive como não os incluir nesta lista. Quando não sabem o que oferecer, lembrem-se que há sempre um livro para cada um de nós e que, se conhecemos a pessoa em causa, tenho a certeza que ela vai sempre amar o livro que vai receber. Vamos lá às sugestões: “O que sabemos do amor”, de Raymond Carver – Este livro é (...)
10.12.18

Zona de conforto.

CD
Eu tento ter a mente aberta para determinadas situações e tento, em igual medida, sair da minha zona de conforto: ler livros que, à partida, reúnem todas as condições para deles eu não gostar, comer a mesma solha frita que me lembro dos tempos do refeitório do colégio, ou ver um filme dos irmãos Coen, como aquele que eu tentei ver este fim-de-semana chamado “A Balada de Buster Scruggs”.   Mas, na maior parte das vezes, concluo que tudo não passa de uma tremenda perda de tempo.  
07.12.18

À sexta.

CD
À sexta tudo flui com ligeireza.   Para aqueles que são mal-educados, sorrimos e somos condescendentes. O trabalho é feito com facilidade e corre sereno. Até descontamos a tensão que o trânsito que nos provoca. A nossa compreensão pelo mundo aumenta. A nossa compaixão dispara. Sinto a nossa receptividade para com os outros como se de um grande abraço se tratasse.   Somos tão felizes à sexta.   Sentem o mesmo?