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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

16.08.18

Democracia de vão de escada.

CD
 Sou muito defensora que a democracia é um caminho que se percorre lentamente, e que só com debate, com o limar aqui e mais um pouco ali, como se de unhas delicadas se tratasse, é que vamos, eventualmente, chegar a uma manicure perfeita, sem peles e com um imaculado verniz bordeaux (viram como, para falar de Marine Le Pen utilizei, na frase acima, duas palavras francesas – nada, neste humilde blog, é deixado ao acaso, meus caros leitores). E, por isso mesmo, quando se tratam de (...)
16.08.18

Dicas para fazer uma mala de viagem.

CD
Gostava imenso de vos dar algumas dicas básicas sobre como se deve fazer malas de viagem, caso as mesmas, as viagens, sejam de longo curso, e julgo que sou mesmo a melhor pessoa do mundo para as fornecer, as dicas, claro, de forma totalmente gratuita e desprendida, porque eu sou mesmo assim, uma mãos-largas do melhor que este mundo já viu, sempre a distribuir conhecimento aleatório entre as pessoas (nota-se que estou a precisar de férias?).   Então é assim: abrir a mala, (...)
13.08.18

Trabalhar em Agosto. Em Lisboa.

CD
Tirando as escapadinhas de fim-de-semana que, normalmente, são maiores do que os dois dias dignos deste nome, temos passado, neste Agosto bipolar, muito tempo em Lisboa, pois estamos ambos a trabalhar. Acontece muitas vezes: sendo possível, preferimos trabalhar no início de Agosto e ir, mais tarde, de férias.   E há tantas coisas boas nesta opção! Como, por exemplo, haver imenso estacionamento na rua o que, para quem (...)
13.08.18

Dizem os outros.

CD
“Cada ser humano tem direito a preparar-se, sozinho, num silêncio claustral, para o momento em que vai dizer adeus ao mundo, e para a morte. Purificar novamente a alma, tornar a alma humana leve e piedosa, como era no princípio dos tempos, na infância.” A Mulher Certa – Sándor Márai
09.08.18

Prozac e o amor.

CD
(imagem retirada do pixabay)  Ocasionalmente, debato-me com o peso dos medicamentos nas nossas vidas. Claro que são inegáveis as suas propriedades, a capacidade que têm em nos apaziguarem as dores, de nos acalmarem os ânimos, de nos curarem, mas, qual será mesmo a sua importância, no final do dia? Não sou grande amiga de medicamentos, raramente lhes pego, exceto em casos de necessidade extrema (mas, também, admito que poderei estar aqui a falar (...)
08.08.18

Na paragem.

CD
Não era um rapaz índio, aquele que esperava no banco da paragem, mas era muito parecido com um. Tinha cabelos pretos, muito escorridos, como um rapaz índio, só que não era um. A sua pele, essa, era escura e o seu subtom quente, a atirar para os amarelos, como um rapaz índio, aliás, só que não era mesmo um.   Estava sentado no banco da paragem e, ao seu lado, sentava-se uma miúda, que de rapariga índia tinha muito pouco porque não era, na verdade, uma.   Sorriam firmemente com (...)
07.08.18

Uma questão de fé.

CD
 Ocasionalmente, surge uma moda que visa assaltar costumes. Não se limita, porém, a discordar dos mesmos, ousa mesmo desrespeitá-los. Não sou das que considera que os costumes são intocáveis e, no que à religião diz respeito, julgo mesmo que tudo se resume a uma questão de fé. “Acreditas? Tudo bem. Não acreditas? Está tudo bem na mesma.” A nossa fé, ou ausência dela, não nos torna, propriamente, pessoas especiais. Sinto, porém, que existe uma certa aura de grandiosa (...)
03.08.18

Recados para o fim-de-semana.

CD
Antes de vos desejar um bom fim-de-semana (que será já no final deste post), tenho alguns recados para o fim-de-semana: - Votem neste humilde blog na iniciativa dos Blogs do Ano. Podem votar as vezes que quiserem e mais do que uma vez, se assim o entenderem. Eu agradeço :) É só carregar aqui; - Se vão entrar de férias e não sabem o que ler, espreitem as minhas recomendações de leitura para estas férias