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(in)sensatez

(in)sensatez

Ken who???

30.04.15 | CD

(Estou desaparecida porque estou submersa em trabalho.)

 

Já agora, quem é Ken Follett? 

Deixo a pergunta a pairar durante o fim-de-semana. 

 

Ando às voltas com um livro dele, como diz uma amiga minha "ainda dizem que os homens não gostam de telenovelas!"

Dia Mundial do Livro.

23.04.15 | CD

- Não me parece razoável que alguém leia apenas um livro por ano;

- Há que incutir às crianças o gosto pela leitura. Mais do que o gosto pela televisão. Por vezes, tenho a sensação que se passa ao contrário;

Continuo a sentir-me assim, mas luto contra isso;

- O argumento “eu não gosto de ler” não existe. Há, de certeza, um género de livro que encaixa em cada um de nós;

- Há boas peças literárias e depois há as outras e as outras. As primeiras outras são aquelas que, não sendo propriamente grandes obras da literatura, entretêm; as segundas outras, são as 50 sombras de grey. Uma perda de tempo;

- O meu tempo (nosso?) é um recurso escasso, logo deve ser bem empregue. Remete para o ponto acima;

- Julgo os livros pela capa;

- Não gosto de fenómenos literários: Dan Brown, entre outros não me convencem;

- Desconfio de escritores sempre com novos livros a sair;

- Acho que, para ler porcaria, mais vale ir dar uma volta e ver o mar;

- Um ebook não substitui um livro físico;

- Tenho paixão por literatura portuguesa;

- Estamos com uma excelente geração de escritores portugueses: Afonso Cruz, João Tordo, Valter Hugo Mãe, José Luís Peixoto, Gonçalo M. Tavares... vale a pena ler;

- Ando a viciar-me em livros de bolso: mais baratos, mais leves e fáceis de transportar;

- Gosto de ter livros; 

- Empresto mas não peço emprestado;

- Uma casa sem livros é uma casa sem alma;

- Uma pessoa sem livros é uma pessoa sem alma. 

 

Boas leituras! 

Blogues favoritos (de momento)

16.04.15 | CD

Tenho um conjunto de blogues favoritos:

 

Livros - A mulher que ama livros - uma inspiração no que toca à quantidade de livros lidos;

Fotografia - Isabel Saldanha - junta dois temas que adoro: fotografia e escrita;

Culinária - As minhas receitas - um blogue de comida "normal", com algumas aventuras pelo meio - aquele que mais consulto quando procuro inspiração;

Moda - Stylistaclean - um palavra para descrever este blogue;

Generalista - Outro Sentido - já tive oportunidade de falar deste blogue. Gosto muito. Toca um pouco de tudo;

Viagens - World of wanderlust - um blogue muito completo a nível de viagens com fotografias maravilhosas;

Beleza - Coquette à Portuguesa - é daqueles blogues de beleza que dá gosto ler: textos completos e fotografias muito bem tiradas;

Decoração - Blanco Interiores - com ideias muito giras e com as quais me identifico no que toca a decoração.

 

Vale a pena ver!

Dizem os outros

15.04.15 | CD

"Tu não queres ter filhos quando cresceres, alguém perguntou. Sim. Quero ter filhos, muitos, para ficarem uns com os outros quando eu morrer. Para não ficarem sozinhos. "

Valter Hugo Mãe - O Filho de Mil Homens

 

Este livro está carregadinho de frases poderosas, autênticos murros no estômago. Esta tem-me ficado na cabeça e feito reviver a importância de ter um irmão. Digam o que disserem, na ausência de filhos, é a única coisa que nos une à terra, à nossa essência, à nossa génese.

Estes marcaram.

14.04.15 | CD

No outro dia, comentei com uma amiga que considerava o Birdman uma excelente peça cinematográfica MAS que sabia que era um filme que não me iria deixar grandes marcas. 

Conversa puxa conversa, estivemos ali em amena discussão à volta do tema, ahhh e tal, mas quais os filmes que, de facto, te deixaram marcas?

Ora, na altura, disse-lhe alguns que me surgiram de momento e, posteriormente, pensei noutros para fortalecer a minha lista. 

 

São eles:

Quem quer ser milionário (2008)

Million Dollar Baby (2004)

Romeu e Julieta (1996)

Cinema Paraiso (1988)

Um amor inevitável (1989)

Nebraska (2013)

O escafandro e a borboleta (2007)

Pequenas mentiras entre amigos (2010)

Dogville (2003)

Casablanca (1942)

E tudo o vento levou (1939)

Grease (1978)

O amor acontece (2003)

 

De facto, nem todos eles são brilhantes obras mas, pela altura em que os vi, pela mensagem ou, simplesmente, porque são filmes que marcaram uma época, aqui e ali, tocaram-me de alguma forma.