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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

15.02.16

Focada.

Catarina Duarte
Completamente focada no exame que tenho no final do mês e nos textos para o blog (que também publico no facebook -> por acaso já o seguem? Carregar aqui). Logo, tenho lido pouco. Muito pouco. Mas, depois do meu exame, retomo em força! :)
27.01.16

Despeço-me sempre do meu avô com um "até amanhã".

Catarina Duarte
Despeço-me sempre do meu avô com um até amanhã.   Pelo seu avançar acelerado na idade (sim, eu sei, à mesma cadência com que eu avanço na minha), sinto os reflexos, as palavras, a articulação do seu ser a esgotarem-se. Ainda mantém a vivacidade, claro que sim: conduz, vai ali e acolá e mantém rotinas que não abdica - em especial, a compra do jornal, que folheia mais do que lê, mas que lhe é, essencialmente, uma companhia. Indispensável.   Despeço-me sempre do meu (...)
12.01.16

Dicas para ler mais.

Catarina Duarte
Alguns dos nossos amigos, assim que entram em nossa casa e esbarram com a nossa estante coberta pela cor das lombadas dos livros, perguntam: Vocês têm tempo para ler? Como? Costumo responder, meio a brincar, meio a sério: Eu não perco tempo. E não perder tempo é meio caminho andado para conseguir fazer tudo o que quero e gosto, onde se inclui, obviamente, ler. Bom, posto isto hoje trago 6 dicas para quem adora ler, quer ler mais mas insiste na teoria "não tenho vida para isto". (...)
28.09.15

Viciada.

Catarina Duarte
Sou, completamente, viciada em lojas online... de livros. Alguém me segure por favor!!   Boa semana!
22.09.15

Stoner.

Catarina Duarte
Estou a ler. Já ouvi maravilhas deste livro. Estava cheia de curiosidade. Ontem li 50 páginas de empreitada. Estou a amar. Quem já leu? Que acharam?     p.s. adorooo a capa!!
18.09.15

Sobre a vergonha que é escrever.

Catarina Duarte
Eu suponho que a maioria dos escritores passa por um processo de vergonha. Ou, melhor dito, um processo para ultrapassar a vergonha. Aceitar a exposição. Tomá-la como um braço importante do próprio trabalho. Na verdade, por mais ficção que seja determinado livro, sempre me pareceu estranho que o escritor se consiga distanciar da personagem de forma a não colocar um bocado de si nela própria. É impossível, não é? Quando escrevo, invariavelmente acabo por colocar um pouco de (...)