Babar.
Despejam em mim saudades, todos os brinquedos do meu tempo: o lago dos peixes que pescávamos com umas canas com íman, os rinocerontes que tentavam apanhar bolas com a boca quando os pressionávamos.
Os desenhos animados também. Sinto nostalgia em formato de aperto. A consciencialização da infância que lá ficou.
Lembro-me d’os Ursinhos Carinhosos e do Dartacão.
E lembro-me do elefante Babar.
Alguém se lembra do elefante Babar?
A minha prima tinha um peluche gigante do elefante Babar. Enorme. Enorme. Enorme. Com o seu fato verde, o seu laço e a sua coroa amarela.
Acho que nunca lhe disse mas adorava o seu elefante Babar. E hoje, cada vez que vejo uma imagem ressuscitada do referido animal, fico melancólica.
O Babar lembra-me que já tive 8 anos.
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