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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Qui | 16.06.16

Babar.

CD

Despejam em mim saudades, todos os brinquedos do meu tempo: o lago dos peixes que pescávamos com umas canas com íman, os rinocerontes que tentavam apanhar bolas com a boca quando os pressionávamos.

Os desenhos animados também. Sinto nostalgia em formato de aperto. A consciencialização da infância que lá ficou.

Lembro-me d’os Ursinhos Carinhosos e do Dartacão.

E lembro-me do elefante Babar.

Alguém se lembra do elefante Babar?

A minha prima tinha um peluche gigante do elefante Babar. Enorme. Enorme. Enorme. Com o seu fato verde, o seu laço e a sua coroa amarela.

Acho que nunca lhe disse mas adorava o seu elefante Babar. E hoje, cada vez que vejo uma imagem ressuscitada do referido animal, fico melancólica.

O Babar lembra-me que já tive 8 anos.

 

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