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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Ter | 19.09.17

Dedicatória.

CD

No outro dia, na Livraria Almedina, quando comprava o presente de anos da minha prima, lembrei-me que lhe podia escrever uma dedicatória, como muitas vezes faço.

 

Mas deixei passar porque, caso ela já tivesse o livro, não o poderia trocar. Os livros para mim são sempre sinais de amor e, por isso, imaginei…

 

Alguém dar um livro com uma dedicatória escrita numa das suas páginas mais para o final. Quem recebia o livro, não via a dedicatória e, por já ter aquele livro, ia trocá-lo. Mais tarde, alguém compraria esse mesmo livro com essa mesma dedicatória colada às suas folhas.

 

E assim, a dedicatória e o amor, andariam de mão em mão, a passar de pessoa para pessoa, a distribuir o que de melhor temos para oferecer.

 

O livro que lhe ofereci foi este:

 

Indice médio de felicidade.JPG

 

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