Dedicatória.
No outro dia, na Livraria Almedina, quando comprava o presente de anos da minha prima, lembrei-me que lhe podia escrever uma dedicatória, como muitas vezes faço.
Mas deixei passar porque, caso ela já tivesse o livro, não o poderia trocar. Os livros para mim são sempre sinais de amor e, por isso, imaginei…
Alguém dar um livro com uma dedicatória escrita numa das suas páginas mais para o final. Quem recebia o livro, não via a dedicatória e, por já ter aquele livro, ia trocá-lo. Mais tarde, alguém compraria esse mesmo livro com essa mesma dedicatória colada às suas folhas.
E assim, a dedicatória e o amor, andariam de mão em mão, a passar de pessoa para pessoa, a distribuir o que de melhor temos para oferecer.
O livro que lhe ofereci foi este:

Já leram?
