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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Qui | 23.04.15

Dia Mundial do Livro.

Catarina Duarte

- Não me parece razoável que alguém leia apenas um livro por ano;

- Há que incutir às crianças o gosto pela leitura. Mais do que o gosto pela televisão. Por vezes, tenho a sensação que se passa ao contrário;

Continuo a sentir-me assim, mas luto contra isso;

- O argumento “eu não gosto de ler” não existe. Há, de certeza, um género de livro que encaixa em cada um de nós;

- Há boas peças literárias e depois há as outras e as outras. As primeiras outras são aquelas que, não sendo propriamente grandes obras da literatura, entretêm; as segundas outras, são as 50 sombras de grey. Uma perda de tempo;

- O meu tempo (nosso?) é um recurso escasso, logo deve ser bem empregue. Remete para o ponto acima;

- Julgo os livros pela capa;

- Não gosto de fenómenos literários: Dan Brown, entre outros não me convencem;

- Desconfio de escritores sempre com novos livros a sair;

- Acho que, para ler porcaria, mais vale ir dar uma volta e ver o mar;

- Um ebook não substitui um livro físico;

- Tenho paixão por literatura portuguesa;

- Estamos com uma excelente geração de escritores portugueses: Afonso Cruz, João Tordo, Valter Hugo Mãe, José Luís Peixoto, Gonçalo M. Tavares... vale a pena ler;

- Ando a viciar-me em livros de bolso: mais baratos, mais leves e fáceis de transportar;

- Gosto de ter livros; 

- Empresto mas não peço emprestado;

- Uma casa sem livros é uma casa sem alma;

- Uma pessoa sem livros é uma pessoa sem alma. 

 

Boas leituras! 

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