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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Seg | 01.08.16

Escrever.

CD

Perguntam-me se, maioritariamente, escrevo ao computador ou se prefiro o embalo de uma caneta.

Se é verdade que a mão me cansa, pela força que emprego na constituição de um texto, não menos verdade é que as ideias fluem e se concretizam melhor com a passada agitada de uma caligrafia tremida do que com a regularidade de um teclado e a luminosidade de um ecrã.

Porém, e o mais relevante é que, os meus textos, nunca ficam como os desenho numa folha de papel. Mas o esqueleto e alma nasce sempre, verdadeira e precisa, nas folhas corpóreas, na tinta redonda da caneta e, especialmente, do contacto da minha pele, da minha mão, com a caneta e com o papel.

 

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