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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Qui | 16.11.17

Fita métrica.

CD

fita métrica.JPG

 

Ultimamente, tenho escrito sempre rodeada do meu livro cor-de-rosa preferido mas também, não sei porquê, de uma fita métrica.

 

Sobre a fita métrica que veio parar à mesa de onde vos escrevo, a sua história inicial não sei, mas sei que foi usada numa formação cujo objetivo era definir e quantificar o tempo.

 

Sobre a definição de tempo, já vos falei, tenho bastante dificuldade em compreendê-la e é até um tema que me inquieta e que revisito com regularidade. Escrevo muito sobre isso (aqui e aqui).

 

A fita métrica, não pretende, julgo eu, ser um exercício macabro mas, apenas e só, realista.

 

Consiste em cortar a fita na esperança média de vida dos portugueses (julgo que é 83 anos) e voltar a cortar na nossa idade (aqui será, claro, os 33 anos).

 

Depois, bom, depois é analisar, com a fita que nos fica nas mãos, o pedaço que nos falta viver e o que queremos construir com ele.

 

Pensem nisto e não fujam já: seguramente que ainda falta muito para a vossa fita terminar.

 

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