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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Ter | 01.08.17

NiT e o jornalismo de qualidade.

CD

O meu problema com a NiT foi que, assim que ela surgiu, comecei a ler as crónicas que por lá apareciam e estavam sempre cheias de erros. Dei o benefício da dúvida porque, na verdade, era uma revista a lançar-se, com muita coisa a precisar de ser afinada, e eu sei bem como custa começar.

 

Na comparação, apesar do propósito não ser, de todo, o mesmo, o Observador, como informação online, ganhava pelo cuidado ao nível dos textos.

 

Meti like na página da NiT, e fui seguindo porque, a bem dizer, a NIT dá até sugestões giras e visibilidade a algumas marcas que, de outro modo, ficava sem conhecer. Gosto também de saber as novidades da minha cidade e em formato online, para mim, acaba por ser mais fácil.

 

Mas, bom, depois há o clickbait, num desespero bastante notório de atrair cliques e visualizações.

 

E depois surgem artigos com títulos como: “Casas perfeitas para fazer uma escapadinha discreta com a sua amante” e eu fico a pensar mas onde, onde é que está o jornalismo de qualidade, isento, profissional e com boa informação?

 

Isto agora vale tudo?

 

(nota: não coloquei o link do artigo de forma intencional - não quero ser mais uma a contribuir para o mau jornalismo)

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