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(in)sensatez

29
Jan18

Razões para virem cá parar.

CD

Algumas pessoas acabam por conhecer o blog devido a dois textos meus: um que aborda as dúvidas que se tem no processo de compra de um leitor de livros digitais (eReader) (percebo porque, antes de comprar um, é natural as pessoas investigarem, por esta internet fora, as diferentes opiniões) e outro que fala sobre Vilanculos, em Moçambique (também percebo a pesquisa porque eu também a fiz antes de viajar para lá).

 

Deixo aqui os links diretos para o texto sobre o eReader (que, em abono da verdade, julgo que está bastante completo) e sobre aquela parte tão bonita da Moçambique (cujas fotos, meu Deus, valem tanto a pena ver).

 

Porém, no outro dia, reparei que muitas pessoas chegavam aqui através de um texto meu chamado “como apanhar gripe na própria casa”.

 

Fui investigar a razão disto acontecer, até porque, bom, não me lembrava de ser um texto particularmente bem escrito nem com grande utilidade, dado que falava da minha casa e de como ela é fria.

 

Concluí eu, após a minha árdua investigação (que durou 2 segundos, no máximo), que há quem pesquise “como apanhar gripe” e, consequentemente, venha cá parar, pois, este texto, surge nas primeiras opções, de forma bem visível.

 

A questão que se impõe é a seguinte: que tipo de pessoa é que pesquisa “como apanhar gripe”?

 

Não sei, mas agradeço-lhes as visualizações. Peço-lhes também desculpa porque, de certeza, que saem daqui desiludidos: o meu texto remete mais para o tema de como a minha casa é cheia de diferenças de temperatura do que para conselhos práticos para quem não quer ir à escola. 

 

O texto sobre "como apanhar gripe na própria casa" está aqui.

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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