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(in)sensatez

05
Mar18

Sobre os Óscares.

CD

Oscares.jpg

 

Este ano, para os Óscares, eu só pedia uma coisa que, na verdade, são três (começaram por ser só duas mas, entretanto, introduzi mais uma): ver os filmes “Três Cartazes à Beira da Estrada”, o “Eu, Tonya” e o “Call Me By Your Name”.

(Por que é que traduzi os dois primeiros nomes e não o último? Não sei... talvez porque gosto muito da musicalidade do nome em inglês ou, talvez ainda, por que me habituei a chamá-lo assim.)

 

Só consegui cumprir 2/3 do que queria: ficou-me a faltar aquele que, à partida, tem mais a ver comigo, pela sua fotografia, música, e, sei lá, inocência na arte. Pelo que tenho lido, o “Call Me By Your Name” é muito disto mas posso estar enganada. Parece que estou a guardá-lo, porque já sei que o vou adorar (só espero não me vir a desiludir!).

 

Bom, do que vi, posso dizer que os vencedores dos Óscares de Melhor Atriz Principal (Frances McDormand, pela sua interpretação no filme "Três Cartazes à Beira da Estrada"), de Melhor Ator Secundário (Sam Rockwell, pela sua interpretação no filme "Três Cartazes à Beira da Estrada") e de Melhor Atriz Secundária (Allison Janney, pelo seu papel no "Eu, Tonya" – eu A-DO-REI este papel) foram muito bem entregues.

 

Nos próximos dias, vou escrever sobre o filme “Eu, Tonya”. Já viram?

 

E vocês, o que acharam dos vencedores?

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Biografia

Sou autora do livro infantil “Maria Bolinhos – no Reino da Maravilhosa Doçaria Alentejana” e do blog insensatez.blogs.sapo.pt. Escritora compulsiva: a minha vida é absorver tudo aquilo que vejo e tudo o que ouço. Se estão comigo há um certo risco de se tornarem inspiração da minha próxima personagem :) mas, calma!, não fujam já! Dou Workshops de Escrita Criativa a crianças e a adultos - são boas horas que sempre voam embaladas pelo fluir frenético da escrita. Devoro arte, sou constantemente inspirada por ela, nas suas mais diversas formas: livros, pintura, música, cinema, fotografia. Mas, também, jardins, praias, arestas dos prédios recortados da minha Lisboa: inspiro a luz que escorre pelas suas paredes, expiro um texto completo de incertezas. Não passo sem café, sem livros, sem as minhas viagens mas, especialmente, sem o ar livre da minha cidade, a minha maior inspiração. Tenho 32 anos, vivo em Lisboa com o meu marido e com as minhas palavras preferidas.

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