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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

Qui | 12.05.16

Sorte.

CD

 

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Queria escrever sobre a sorte. E de como a sorte se fabrica. E de como a sorte dá trabalho. E de como a sorte cravada na nossa vida é o empurrão que, tantas vezes, precisamos. Fazendo de forma persistente, vamos construindo a nossa parte, vamos cimentando os tijolos para, quem sabe, conseguirmos apanhar a sorte a jeito, depois a uma qualquer curva apertada: aquela ajudinha extra que necessitamos.

A sorte é uma parte fundamental neste jogo de tabuleiro por onde avançamos a vida. Ela reveste, tantas vezes, a forma do número “seis”, no nosso dado não viciado, nestas andanças dos dias e aparece sempre que nos falta precisamente esse número para atingir o desejado “queijinho”.

“Trabalhar a sorte” pode ser chavão, mas os chavões também são necessários porque advêm sempre de conclusões, de quem se dedicou muitas vezes a analisar. Gosto de pessoas que analisam e dos chavões que constroem apesar de, frequentemente, fugir deles.

No “trabalho da sorte” são poucas as noites que relaxo, são algumas as noites que durmo pouco e são muitos os dias em busca de temas para centrar a escrita.

Trabalhar a sorte dá um trabalho dos diabos (ainda há quem use esta expressão?) mas, no final, compensa sempre.

 

 

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