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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

16.04.18

Lute pela sua felicidade.

Catarina Duarte
Não gosto da palavra “felicidade” mas ainda lhe ganho uma aversão maior quando vem precedida por “lute pela sua”.   Quando unidas, estas quatro palavras, soam-me sempre a livro barato e a pensamento ligeiro. O que é triste porque, apesar de felicidade ser uma palavra estranha, a sua importância é grande, o que lhes podia ter dado para fornecer algum sainete e relevância ao conteúdo da mesma. Mas não, a queda para o chinelo foi grande e a tendência para resvalar foi (...)
21.09.17

Fazer as pazes.

Catarina Duarte
Depois de escrever o texto sobre como encaro o processo de felicidade, lembrei-me que um bom ponto de partida para haver algum debate sobre o tema, seria contar como tento reajustar-me, diariamente, a mim própria.   Não percebendo nada de psicologia, sendo esta apenas a percepção de quem gosta de (se) analisar, digo-vos com sinceridade que não ignoro atitudes que me incomodam pois não tenho (e, (...)
13.09.17

Sobre a felicidade.

Catarina Duarte
Não encaro a felicidade como um processo que se constrói de forma pesarosa e que chegará, um dia, iluminada por dois raios divinos.   É o meu caminho de felicidade que eu construo, é para ele que eu trabalho, e, para tal, assumo coisas simples como, por exemplo, que todas as minhas decisões definem os materiais que o compõem. Como consequência deste meu compromisso, ela, a felicidade, chega todos os dias.   Na verdade, para mim, a felicidade não é um destino; mas, sim, a (...)