Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

19.12.18

Opinião: The American Meme.

CD
 Ontem, entre o cancelamento de um jantar de Natal e o estado de preguiça em que me encontrava, comecei a ver um documentário, disponível na Netflix, chamado “The American Meme” que, basicamente, retrata a vida de algumas das pessoas que vivem e ganham dinheiro por partilharem as suas vidas nas redes sociais e que são viciadas nos likes e que não vivem sem a aprovação dos outros. Não é um documentário brilhante e até achei que focou, este assunto, bastante pela rama, que (...)
27.11.18

Opinião - O Método Kominsky.

CD
 Aparece, ocasionalmente, uma série ou um filme que tem a capacidade de nos pontapear nos sítios que julgamos mais protegidos. Vocês já me conhecem e sabem que este tipo de séries e filmes são os meus preferidos – são aqueles que nos obrigam a debruçar sobre as nossas angústias de forma directa e sem qualquer pudor. Há um lago fundo e negro, bastante fundo, bastante negro, onde me afogo mais vezes do que aquelas que gostaria, que é a noção de que, se tudo correr bem, (...)
16.11.18

Sugestões para o fim-de-semana.

CD
Vai ser um fim-de-semana chuvoso e que tal se, em vez de o passarmos nas nossas 4 paredes, aproveitarmos para fazer uns programas (também eles indoors e, portanto, totalmente protegidos) diferentes? Seguem duas sugestões que vou seguir, caso os astros se alinhem: - Ver o filme “A Star is Born” – um filme escrito, realizado e desempenhado por Bradley Cooper, onde entra a Lady Gaga. Sou sincera, o facto de entrar Lady Gaga é meio (...)
12.11.18

Sexo e a Cidade 2 – um filme cheio de Girl Power.

CD
Este fim-de-semana revi o filme Sexo e a Cidade, aquele que se passa em Abu Dhabi. Pode parecer um acontecimento irrelevante, afinal não falamos propriamente da obra-prima do cinema, mas não é: tive mesmo a perceção que os olhos que, desta vez, o viram, pouco têm a ver com aqueles que o viram há 8 anos, na sua estreia. Eu sei que mudei, claro que sim, mas será que mudei assim tanto, ao ponto da minha análise ao filme ter sido totalmente diferente? Não, não me parece. Então, o (...)
31.07.18

Opinião: Lost in Translation.

CD
 Por razões que, em breve, entenderão, ontem resolvemos ver o Lost in Translation, um filme de 2003, de Sofia Coppola, com o Scarlett Johansson e a Bill Murray. Já o tinha visto há 15 anos, quando estreou e eu era, na altura, tal como o filme, 15 anos mais nova e, lembro-me de ter gostado mesmo muito e pensei que esse gostar se ia manter para o resto da minha vida, não oscilando o quanto dele gostava, e que, cada vez que me perguntassem se tinha gostado, eu responderia que sim, que (...)
12.03.18

Opinião: Linha Fantasma.

CD
 Este fim-de-semana foi passado de forma muito cinematográfica. Vi dois filmes maravilhosos que ficarão, certamente, na minha memória. Começámos logo bem, com o maravilhoso “Linha Fantasma”, com Daniel Day-Lewis (que interpretação!), Lesley Manville (maravilhosa!) e Vicky Krieps (uma atriz luxemburguesa, com uma interpretação deslumbrante!). Há quem se questione: sobre o que é que é o filme? E há quem responda que é sobre a vida de um costureiro. Mas há, também, (...)
07.03.18

Opinião: Eu, Tonya.

CD
 Foi no passado fim-de-semana que vi o filme “Eu, Tonya”.(Spoiler Alert: este texto tem muita informação sobre o filme.) O filme conta a história de Tonya Harding, a polémica patinadora americana, que ficou conhecida pelo ataque à sua rival Nancy Kerrigan, com o objectivo de lhe partir as pernas, impedindo-a, deste modo, de competir. A Tonya vem de uma família problemática, o pai saiu de casa era ela ainda muito nova, ficando a viver com a mãe – não vos consigo explicar (...)
05.03.18

Sobre os Óscares.

CD
 Este ano, para os Óscares, eu só pedia uma coisa que, na verdade, são três (começaram por ser só duas mas, entretanto, introduzi mais uma): ver os filmes “Três Cartazes à Beira da Estrada”, o “Eu, Tonya” e o “Call Me By Your Name”.(Por que é que traduzi os dois primeiros nomes e não o último? Não sei... talvez porque gosto muito da musicalidade do nome em inglês ou, talvez ainda, por que me habituei a chamá-lo assim.) Só consegui cumprir 2/3 do que queria: (...)
07.02.18

Opinião: Três Cartazes à Beira da Estrada.

CD
 Iniciei, oficialmente, a viagem por entre os filmes nomeados para os Óscares deste ano. Porém, apercebi-me, logo no início desta aventura, que vai ser uma viagem curta. Não há muitos filmes que, à partida, tenham a ver comigo. Na verdade, só há dois que quero mesmo ver e um deles despachei-o já neste domingo gelado que passou. O filme “Três Cartazes à Beira da Estrada” tem, na minha perspectiva, muita coisa boa e algumas coisas menos boas: as boas chegam-me para (...)
17.01.18

Opinião: The Killing Fields (vamos falar de clássicos?)

CD
  Há uns tempos, no instagram, após ter visto dois filmes de guerra, filmes clássicos, questionei se fazia sentido escrever sobre eles. São tão, tão, tão antigos que, pela surpresa da opinião, julguei já não fazer sentido. Até fiz um daqueles questionários modernos, para avaliar a aceitação de um post sobre os ditos. Mas as pessoas disseram que sim, que valia imensooo a pena, que queriam imensoooo saber a minha (...)