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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

11.12.18

3 livros perfeitos para oferecer neste Natal.

Catarina Duarte
  Cá estou eu para mais um texto com sugestões de livros para oferecer no Natal. Alguns deles foram leituras minhas neste ano e gostei tanto mas tanto que não tive como não os incluir nesta lista.   Quando não sabem o que oferecer, lembrem-se que há sempre um livro para cada um de nós e que, se conhecemos a pessoa em causa, tenho a certeza que ela vai sempre amar o livro que vai receber.   Vamos lá às sugestões:   “O que sabemos do amor”, de Raymond Carver – Este livro (...)
03.12.18

Opinião: Crianças Felizes, de Magda Gomes Dias.

Catarina Duarte
    Terminei de ler o livro “Crianças Felizes”, de Magda Gomes Dias, autora do blog Mum’s The Boss. É um livro que retrata o tema da parentalidade positiva, algo muito falado ultimamente.   Confesso que estava bastante céptica quanto ao teor do mesmo e, não tendo eu ninguém para educar nem qualquer conhecimento na área de educação, tive algum receio de não entender o real propósito do mesmo.   Ainda assim, lá abracei esta (...)
29.10.18

JB - onde é possível encontrar (praticamente) tudo.

Catarina Duarte
  Um post um pouco diferente do habitual para vos falar de uma agradável surpresa que tive recentemente.   Como sabem, nutro um especial carinho por tudo o que sejam espaços de papelaria e livraria: para mim, livros, cadernos e canetas nunca são suficientes.   E foi, exatamente, no seguimento desta minha paixão que fiquei a conhecer a JB. A JB é uma empresa que começou por ser apenas comercializadora de artigos de papelaria mas que, (...)
24.08.18

Opinião: A Mulher Certa, de Sándor Márai.

Catarina Duarte
  “A Mulher Certa” foi o segundo livro que li de Sándor Márai, escritor húngaro que muito aprecio. O livro “As Velas Ardem até ao Fim”, do escritor, tem um lugar de destaque neste meu coração palpitante e, lembro-me bem, no Natal logo após o ter lido, que foi o meu presente para uma série de pessoas: estava determinada em partilhar com o mundo tudo aquilo que o livro me tinha dado!   Claro que, repleta de expectativas, lá me encaminhei, com força e determinação, (...)
01.08.18

Dizem os outros.

Catarina Duarte
"Quanta vaidade, quanta mediocridade, em cada sentimento humano! Sentia que a família se perpetuava, que tudo, subitamente, adquiria sentido, a fábrica e o mobiliário, os quadros nas paredes, o dinheiro no banco. O meu filho tomaria o meu lugar naquela casa, na fábrica, no clube dos duzentos... Mas não tomou. Olha, reflecti muito nisso. Não estou seguro de que uma criança, um descendente nosso, seja solução para a crise existencial de um indivíduo. Essa é a lei, sim, mas a vida (...)
19.07.18

Dizem os outros.

Catarina Duarte
“Se a minha profissão fosse essa, falar às pessoas… sabes, se fosse padre, ou artista, escritor… implorar-lhes-ia que se convertessem à alegria. Incitá-los-ia a esquecer a solidão, a fazê-la desaparecer. (…) Que olhar vítreo, o do homem de hoje, como se vagasse num estado de hipnose. Vítreo e desconfiado…. Só que não é a minha profissão.”   A Mulher Certa – Sándor Márai
17.07.18

VGM

Catarina Duarte
no que escrevi me traduzi e traduzi outros também e traduzindo me escrevi e a escrever-me fui eu quem das várias coisas que senti fez sofrimento de ninguém. depois risquei, depois reli e publiquei: assim porém havia sempre mais alguém para o chamar então a si, também vivendo o que menti mas como seu, mas como sem ter sido meu o que escrevi fosse por mal, fosse por bem. é sua a vez. e que mal tem? no que escrevi sobrevivi.   (Moura, Vasco Graça, Testamento, Lisboa: ASA, 2001)  
09.07.18

Dizem os outros.

Catarina Duarte
“Deves saber que eu já não sou um grande apaixonado por literatura. Em tempos, lia muito, tudo o que tivesse à mão. Receio que seja a má literatura a encher de sentimentos falsos a cabeça de homens e mulheres. As tragédias artificiais da humanidade derivam, em grande parte, dos conselhos mentirosos de certos livros, que acabam por influenciar a vida das pessoas. A autocomiseração, as mentiras patéticas, as artificiosas complicações são, na maioria dos casos, consequência (...)