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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

29.10.18

JB - onde é possível encontrar (praticamente) tudo.

CD
 Um post um pouco diferente do habitual para vos falar de uma agradável surpresa que tive recentemente. Como sabem, nutro um especial carinho por tudo o que sejam espaços de papelaria e livraria: para mim, livros, cadernos e canetas nunca são suficientes. E foi, exatamente, no seguimento desta minha paixão que fiquei a conhecer a JB. A JB é uma empresa que começou por ser apenas comercializadora de artigos de papelaria mas que, entretanto, foi (...)
24.08.18

Opinião: A Mulher Certa, de Sándor Márai.

CD
 “A Mulher Certa” foi o segundo livro que li de Sándor Márai, escritor húngaro que muito aprecio. O livro “As Velas Ardem até ao Fim”, do escritor, tem um lugar de destaque neste meu coração palpitante e, lembro-me bem, no Natal logo após o ter lido, que foi o meu presente para uma série de pessoas: estava determinada em partilhar com o mundo tudo aquilo que o livro me tinha dado! Claro que, repleta de expectativas, lá me encaminhei, com força e determinação, para (...)
01.08.18

Dizem os outros.

CD
"Quanta vaidade, quanta mediocridade, em cada sentimento humano! Sentia que a família se perpetuava, que tudo, subitamente, adquiria sentido, a fábrica e o mobiliário, os quadros nas paredes, o dinheiro no banco. O meu filho tomaria o meu lugar naquela casa, na fábrica, no clube dos duzentos... Mas não tomou. Olha, reflecti muito nisso. Não estou seguro de que uma criança, um descendente nosso, seja solução para a crise existencial de um indivíduo. Essa é a lei, sim, mas a vida (...)
19.07.18

Dizem os outros.

CD
“Se a minha profissão fosse essa, falar às pessoas… sabes, se fosse padre, ou artista, escritor… implorar-lhes-ia que se convertessem à alegria. Incitá-los-ia a esquecer a solidão, a fazê-la desaparecer. (…) Que olhar vítreo, o do homem de hoje, como se vagasse num estado de hipnose. Vítreo e desconfiado…. Só que não é a minha profissão.”   A Mulher Certa – Sándor Márai
17.07.18

VGM

CD
no que escrevi me traduzie traduzi outros tambéme traduzindo me escrevie a escrever-me fui eu quemdas várias coisas que sentifez sofrimento de ninguém.depois risquei, depois relie publiquei: assim porémhavia sempre mais alguémpara o chamar então a si,também vivendo o que mentimas como seu, mas como semter sido meu o que escrevifosse por mal, fosse por bem.é sua a vez. e que mal tem?no que escrevi sobrevivi.   (Moura, Vasco Graça, Testamento, Lisboa: ASA, 2001)  
09.07.18

Dizem os outros.

CD
“Deves saber que eu já não sou um grande apaixonado por literatura. Em tempos, lia muito, tudo o que tivesse à mão. Receio que seja a má literatura a encher de sentimentos falsos a cabeça de homens e mulheres. As tragédias artificiais da humanidade derivam, em grande parte, dos conselhos mentirosos de certos livros, que acabam por influenciar a vida das pessoas. A autocomiseração, as mentiras patéticas, as artificiosas complicações são, na maioria dos casos, consequência (...)
05.07.18

Dizem os outros.

CD
“Certa vez, disse-me: - Quando alguém começa a chorar, já está a enganar. Deu por encerrado o curso dos acontecimentos. Não acredito em lágrimas. A dor é sem lágrimas e sem palavras.”   A Mulher Certa – Sándor Márai
04.07.18

Sugestões de Leitura – Férias.

CD
 Como já vem sendo habitual, aqui estou eu para vos recomendar 3 óptimos livros para lerem nas férias. O objectivo, como sempre, é sugerir 3 livros muito diferentes entre eles. Espero que gostem e que depois, após os lerem, partilhem a vossa opinião! - O Talentoso Mr. Ripley, de Patricia Highsmith – Cá estou eu a falar novamente deste livro mas ele é tão, mas tão bom! Não entendo como é que não é mais falado. Como sugeri há uns tempos, após a sua leitura, recomendo (...)