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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

17.04.18

Perdoamos de forma limpa.

Catarina Duarte
Perdoa-se a pouca bateria e perdoa-se até a falta de bateria.   Os despachos de conversa também são perdoados, estou a trabalhar, estou em reunião, estou a almoçar, ligo-te já, cinco minutos, dez segundos, as pessoas respeitam, as pessoas perdoam.   Passamos a vida a perdoar, mesmo quando achamos que não o estamos a fazer. Na maior parte das vezes, fazemo-lo de forma limpa, não nos sentimos ofendidos porque aceitamos, este perdão que oferecemos a quem nos despacha, como (...)
09.04.18

Sobre o Perdão.

Catarina Duarte
No outro dia, esqueci-me do caderno onde arranho as ideias e os textos que aqui aparecem. Tive que improvisar na parte de trás de um individual de refeição que pedi com um sorriso, o mais querido que encontrei, ao empregado de mesa, para que não mo negassem.   Não há perdão para o esquecimento de um caderno, tal como não o há quando deixamos o nosso coração (ou parte dele) esquecido em qualquer lado, perdido em qualquer lado, estilhaçado em qualquer lado, enterrado em (...)