09.08.18
Prozac e o amor.
Catarina Duarte
(imagem retirada do pixabay) Ocasionalmente, debato-me com o peso dos medicamentos nas nossas vidas. Claro que são inegáveis as suas propriedades, a capacidade que têm em nos apaziguarem as dores, de nos acalmarem os ânimos, de nos curarem, mas, qual será mesmo a sua importância, no final do dia? Não sou grande amiga de medicamentos, raramente lhes pego, exceto em casos de necessidade extrema (mas, também, admito (...)