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(in)sensatez

por Catarina Duarte

(in)sensatez

por Catarina Duarte

12.03.18

O desconhecido (e incrível) mundo dos champôs.

Catarina Duarte
  Há relativamente pouco tempo (acho que foi ontem), tentei ser mais erudita no que toca à temática champôs. Sou da opinião que as pessoas têm que aprofundar conhecimento, apanhar um tema de forma aleatória e desenvolvê-lo. Talvez não seja aconselhável um conhecimento tão aleatório como este que vos trago hoje, pois, esta missão, que tinha tudo para ser promissora, revelou-se apenas suicida. É que há, de facto, muitos e muitos champôs no mercado. E não acrescenta assim (...)
23.03.14

Nunca conheci ninguém com tantos livros espalhados pelo carro..., dizia ele.

Catarina Duarte
Eu consciencializo-me do que não sei quando faço medições à vida e verifico que até sei umas coisas. Se fizer contas, perco-me na quantidade de livros que ainda tenho para ler; filmes, cidades, museus e concertos para assistir e viver. Enfim, muitas coisas para fazer e o tempo que insiste em escassear-nos por entre os dedos. Vivo nesta ânsia: hierarquizo aquilo que quero já absorver não vá a vida tecê-las. Esta minha visão pode parecer dramática: aceito, sem medos nem (...)
06.03.14

A sede de bodes expiatórios.

Catarina Duarte
Não sei muito bem a razão, se por sermos um povo sofredor por natureza, mais agarrado ao fado do que a qualquer outro samba, se por possuirmos mais sede em dilatar sentimentos do que em perdurar com sensatez, mas a verdade é que, aqui, neste belíssimo ponto à beira-mar plantado, conseguimos com mais rapidez arranjar bodes expiatórios para justificar falhanços pessoais do que força para tornar este local (no geral) e a nossa vida (em particular) um bocadinho melhor. Qualquer (...)